InsulGota

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24/08/2023
17/08/2023

Diabetes: Entenda a doença e os avanços tecnológicos para o tratamento

Nesta semana que antecede o Dia Mundial da Diabetes, a Assembleia Legislativa de Sergipe vem alertando sobre pontos que geram dúvidas nas pessoas que convivem com a doença e naquelas que nunca tiveram contato com o problema. A diabetes é tema de campanha em todo o planeta para auxiliar quanto aos cuidados necessários na prevenção e no controle, com a data de 14 de novembro e o mês Novembro Diabetes Azul.

A enfermidade se apresenta em vários tipos e os mais comuns são tipo 1, tipo 2 e gestacional. Existem diferenças de sintomas e de causas entre eles e é possível prevenir o aparecimento em um dos casos, mas em todos é possível ter uma vida saudável.

A pessoa com glicemia alta tem geralmente fome frequente, sede constante e vontade de urinar diversas vezes ao dia. Mas os sintomas se diferenciam entre os tipos que a doença se divide.

Diabetes tipo 1

A diabetes tipo 1 atinge cerca de 5% a 10% das pessoas diabéticas. Ela pode se desenvolver desde a infância até a vida adulta e não há prevenção. Trata-se de um erro do sistema imunológico que ataca as células beta do pâncreas, onde é produzida a insulina e, com isso, acontece o encerramento da produção.

Para o tratamento, é preciso fazer injeções de insulinas diferentes algumas vezes por dia e acompanhar a glicemia com te**es em casa sempre que possível. O mais indicado é aprender a fazer contagem de carboidratos e relacionar com a quantidade de insulina aplicada. Existem aplicativos que podem ser instalados em smartphones e auxiliam neste dia a dia.

Quando a pessoa desenvolve o tipo 1, costuma apresentar rápida perda de peso, fraqueza, fadiga, mudanças de humor, náusea e vômito. Os estudos científicos realizados até hoje não conseguiram saber por qual motivo o sistema imunológico ataca e destrói as células beta no pâncreas, por este motivo, não há como prevenir o seu surgimento.

Diabetes tipo 2

Já a diabetes tipo 2 se concentra em 90% das pessoas com diabetes. Aparece quando o organismo não consegue usar a insulina que produz de forma adequada ou não produz insulina suficiente.

É mais frequente em adultos, mas crianças também podem apresentar. É possível prevenir e controlar sem medicamentos, mas para isso é essencial realizar atividade física com frequência, ter um planejamento alimentar e perder peso. Quando isso não é feito, a doença exige o uso de insulina e/ou medicamentos orais para controlar a glicose.

Quando a enfermidade surge, a pessoa tem ganho de peso, formigamento nos pés e mãos, infecções frequentes na bexiga, rins e pele, feridas que demoram para cicatrizar e visão embaçada. Mas o diabético tipo 2 pode não identif**ar o aparecimento da doença por muito tempo, o que leva a problemas graves.

As principais causas são excesso de peso, sedentarismo, alimentação pouco saudável, tabagismo e acúmulo de gordura na região abdominal. Com isso, acontece a resistência à insulina e o pâncreas passa a produzir cada vez maior quantidade deste hormônio até o dia que não consegue mais realizar este aumento.

A dieta alimentar equilibrada e a prática de exercícios físicos com perda de peso podem, até mesmo, fazer com que seja desnecessário o uso de medicamentos orais ou por injeção na diabetes tipo 2. O controle pode ser feito mantendo uma vida saudável.

Este tipo é mais comum em adultos a partir dos 40 anos de idade, mas pode acontecer em crianças e adolescentes com má alimentação e obesidade.

Diabetes Gestacional

A diabetes gestacional se manifesta desde o início da gravidez até o parto. Com o feto, o corpo da gestante passa por várias mudanças e é preciso produzir mais insulina, o que não acontece em algumas mulheres. Neste quadro, o bebê tem maior risco de crescimento excessivo, o que causa partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até obesidade e diabetes na vida adulta.

As mulheres ou o bebê costumam apresentar ganho excessivo de peso, cansaço excessivo, visão turva, náuseas e infecções frequentes na bexiga, va**na ou pele. Este tipo tem maior incidência em mulheres com idade mais avançada, mas é possível acontecer em jovens.

Os fatores de risco são idade materna avançada, ganho de peso excessivo durante a gestação, síndrome dos ovários policísticos, hereditariedade, hipertensão arterial na gestação e gestação múltipla (gravidez de gêmeos). Ela se encerra após o nascimento do bebê, mas é preciso ter um controle da glicemia durante a gravidez para que a criança não tenha sequelas.

Tecnologia e a diabetes

Existem equipamentos que podem auxiliar no tratamento e controle da diabetes. O mais comum é o glicosímetro que mede a glicemia com o uso de uma gota de sangue, e as canetas de insulina, que são mais precisas na quantidade de insulina que se injeta do que as seringas, mas é possível acompanhar os níveis de glicose e injetar insulina sem processos invasivos.

Os diabéticos podem utilizar o sensor de glicemia para realizar a medição. O sensor é do tamanho de uma moeda e f**a grudado no braço. A medição é feita através de rastreamento com a tecnologia NFC, a mesma utilizada para pagamentos com cartão de crédito e de débito por aproximação de smartphones, e pode ser compartilhada com a equipe médica. A leitura pode ser feita também por um glicosímetro.

Para utilizar a insulina, é possível fazer uso da bomba de insulina. Trata-se de um aparelho ligado por uma cânula ao corpo que injeta a insulina o dia inteiro e pode, inclusive, paralisar a injeção quando percebido a probabilidade de ocorrer hipoglicemias através de algoritmos de monitoramento.

Também está disponível no mercado, a insulina inalável. Ela é utilizada pela boca como acontece com as bombinhas para asma. Enquanto nas insulinas injetáveis o efeito começa a partir de cerca de 15 minutos após, as inaláveis iniciam o seu efeito imediatamente após o uso. No entanto, não são indicadas para quem tem problemas respiratórios.

Exames que detectam a diabetes

1 – Exame de Glicemia em Jejum

É feito em laboratório, solicitado por um médico, através da coleta de sangue e com jejum de 8 a 12 horas. É indicado para diagnosticar a diabetes e para o controle da doença após o diagnóstico.

2 – Teste oral de tolerância à glicose

É feito em laboratório e solicitado por um médico. A glicemia é medida antes e depois de ingerir um líquido açucarado. O objetivo é saber a reação do organismo a altas dosagem de glicose.

3 – Hemoglobina glicada

É feito em laboratório, solicitado por um médico, através da coleta de sangue e com jejum de 8 a 12 horas. Com ele, é possível saber a média da glicemia dos últimos três meses, sendo indicado para quem já está diagnosticado com diabetes.

4 – Glicemia pós-prandial

É feito em laboratório, solicitado por um médico, através da coleta de sangue duas horas após a refeição. É indicado para diagnosticar a diabetes e para o controle após o diagnóstico.

5 – Teste de ponta de dedo

É feito em casa utilizando um glicosímetro com o uso de uma gota de sangue da ponta de dedo. É indicado para o controle da doença após o diagnóstico.

6 – Sensor de glicemia

É feito em casa utilizando um sensor de glicemia que f**a grudado no braço por 14 dias e rastreando com o uso do glicosímetro ou do smartphone. É indicado para o controle da doença após o diagnóstico.

Função da insulina

A insulina é um hormônio que tem como função metabolizar a glicose para produção de energia. Ela funciona como uma chave para abrir as células e permitir a entrada da glicose, onde será usada como energia para o corpo.

Na diabetes tipo 1, a injeção algumas vezes por dia de insulina é necessária, já que o pâncreas para de produzir este hormônio. Nos demais tipos de diabetes, é possível fazer o tratamento de forma ef**az sem a injeção de insulina, utilizando medicamentos orais que estimulam a produção do hormônio pelo pâncreas ou mesmo apenas com dieta alimentar equilibrada e prática de exercício físico. Em alguns casos, com a doença descontrolada, é preciso injetar a insulina para melhorar o tratamento.

Gravidez com diabetes

Todos os tipos de diabetes podem ser perigosos para as mulheres e para as crianças durante a gestação caso a doença não esteja controlada. Na diabetes tipos 1 e 2, é preciso se preparar para a gravidez, adequando os níveis de glicose no sangue no dia a dia antes mesmo da fecundação. Durante a gestação é também primordial estar em dia com este controle.

A mulher diabética pode ter uma gravidez saudável igualmente a qualquer outra mulher, mas é necessário estar sempre atenta aos níveis da glicemia dentro do recomendado pelo médico.

Alimentação

Não há restrições alimentares para diabéticos, no entanto é preciso controlar a quantidade dos alimentos. Não são apenas os doces que aumentam a glicose no sangue, mas também massas, frituras, carnes brancas ou vermelhas e até mesmo frutas e verduras, tudo isso quando consumidos em excesso.

Comer porções adequadas de três em três horas auxilia no controle da glicemia e na perda de peso ou ganho de massa muscular quando necessários.

Principais complicações da doença

A diabetes controlada não causa complicações, mas caso os níveis de glicemia fiquem alterados por muito tempo alguns problemas podem acontecer.

Pé diabético

Esta é uma das complicações mais frequentes e ocorre devido a lesões nos vasos sanguíneos e nervos. São feridas na pele e falta de sensibilidade no pé, podendo pisar em algo e não sentir. Em casos mais graves, pode ser necessária a amputação.

Nefropatia diabética

Trata-se de lesões que aparecem nos rins que levam a dificuldades na filtração do sangue. Isto pode levar à insuficiência renal e à necessidade de realizar hemodiálise.

Retinopatia diabética

É uma lesão nos vasos sanguíneos da retina dos olhos, podendo causar cegueira permanente. A visão turva ou desfocada é sinal de que precisa consultar um oftalmologista para realizar o tratamento.

Neuropatia diabética

É a degeneração dos nervos, o que provoca diminuição da sensibilidade em algumas partes do corpo, como os pés, originando o pé diabético ou sensação de queimação, frio ou formigamento nos membros afetados.

Problemas no coração

Diversos processos inflamatórios podem acontecer no organismo, aumentando o risco de comprometimento do coração. Assim, é maior a possibilidade de infarto, aumento da pressão arterial ou Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Hipoglicemia

A glicemia muito baixa também é perigosa para a saúde, mas a consequência é imediata. Quando a glicose f**a abaixo de 70 mg/dl, a pessoa f**a desorientada e pode desmaiar. Em casos mais graves, pode levar ao coma e até à morte. A hipoglicemia é causada pelo excesso de insulina injetada ou pela falta de alimentação na hora correta.

17/08/2023

Diabetes sob controle: conheça os avanços no tratamento da doença

Diabetes: novas tecnologias facilitam o tratamento e melhoram a qualidade de vida
Novo medicamento de uso oral para diabéticos tipo 2 dispensa agulhas e ajuda a perder peso. O novo medicamento é composto pela semaglutida. Para muitos que têm diabetes tipo 2, aplicar medicações através das agulhas pode ser um transtorno.

Mas, com os avanços das tecnologias para o tratamento da doença, que ainda não tem cura e atinge cerca de 14 milhões de brasileiros, os pacientes terão a chance de optar por outra forma de medicação.

Recentemente, foi introduzida no mercado brasileiro uma versão oral para tratar diabetes mellitus tipo 2.

15/08/2023

Alimentação leve: quem tem diabetes pode comer frutas de forma segura?
O diabetes é uma doença crônica que demanda uma série de mudanças no estilo de vida dos pacientes, o que inclui o controle do peso corporal, uso de medicações e de insulina e uma rotina que inclui atividades físicas regulares. A alimentação também deve mudar e alguns diabéticos acreditam que devem cortar frutas da dieta, o que não é verdade. Isso é um mito!

Frutas devem fazer parte da alimentação de quem tem diabetes, mas com cautela

“Diabéticos podem consumir frutas sem colocar o tratamento em risco, desde que não ultrapassem a quantidade de carboidratos que foi prescrita”, afirma a endocrinologista Gabriella Rivelli. De acordo com a médica, as melhores frutas para as pessoas diagnosticadas com diabetes são o coco, o melão, o limão, o pêssego, o abacate e o maracujá.

“As frutas, por terem frutose, podem causar hiperglicemia se ingeridas em excesso”, diz a profissional. A frutose, o açúcar natural das frutas, é considerado um carboidrato e, para não exceder a quantidade recomendada, é importante fazer a contagem de carboidratos, o que pode ser feito com o auxílio de um nutricionista e da Tabela Nutricional da Anvisa.

Diabéticos devem substituir açúcar por adoçante ao preparar um suco

Na hora de preparar um suco de fruta, é necessário prestar atenção à quantidade de açúcar colocada. O ideal é substituí-lo por adoçante, mas ainda assim, com moderação. “Dependendo da sensibilidade à composição do adoçante, o que é individual, o paciente pode apresentar intolerância. Seu uso excessivo pode causar cefaleia (dor de cabeça), formação de gases, desconforto abdominal e diarreia”, aconselha Gabriella.

As mudanças na alimentação de uma pessoa diabética devem ter como objetivo dar preferência a ingredientes mais saudáveis, deixando de lado aqueles que são processados e ricos em gorduras saturadas e controlando a quantidade de açúcar. “O paciente deve ter cuidado com o excesso de massas, tubérculos e grãos. É importante também evitar o consumo de alimentos doces e frituras”, destaca a especialista.

Foto: Shutterstock

14/08/2023

HORTALIÇAS E DIABETES

Quem quer saúde vai a feira

O consumo diário de hortaliças traz benefícios aos diabéticos, já que elas são ricas em fibras, nutrientes que podem ajudar tanto no controle de peso como na redução da absorção de glicose sanguínea. Adicionalmente, elas são ótimas fontes de vitaminas e minerais, e o diabetes é uma doença que frequentemente está associada à deficiência desses nutrientes.

Na prática, o diabético pode consumir todas as hortaliças, desde que controle as quantidades ingeridas daquelas que possuem maior teor de carboidratos e mais calorias. Na tabela a seguir você pode consultar o teor de carboidratos e a quantidade de calorias de várias hortaliças.
HORTALIÇA TEOR DE FIBRAS EM 100G CARBOIDRATOS (GRAMAS) QUANTIDADE DE CALORIAS
Abóbora 1 colher de sopa cheia 1 7
Batata assada (picada) 1 colher de sopa cheia 6 28
Batata-doce assada (picada) 1 colher de sopa cheia 10 44
Berinjela cozida (picada) 1 colher de sopa cheia 2 8
Beterraba cozida (picada) 1 colher de sopa cheia 1 6
Brócolis 1 colher de sopa cheia 0 4
Cenoura cozida 1 colher de sopa cheia 2 13
Chuchu 1 colher de sopa cheia 2 9
Couve crua 1 folha média 2 12
Couve-flor cozida 1 ramo médio 3 16
Mandioca cozida 1 pedaço médio 29 120
Melancia 1 fatia média 14 70
Melão 1 fatia grande 7 49
Milho cozido 1 colher de sopa cheia 6 30

14/08/2023

Entenda como esse tratamento feito a partir de células tronco age no organismo e controla a glicemia.
https://ev.braip.com/pv/lippglzw/afilxleonm

14/08/2023

Dica da nutricionista: 7 frutas que diabéticos podem comer

As frutas são essenciais para a promoção de uma vida mais saudável. E, quando há uma doença em questão, elas são mais do que aliadas. Como é o caso da diabetes! Então, que tal conhecer 7 frutas que diabéticos podem comer?

Você pode estar se perguntando… se todas as frutas são saudáveis, ainda existem as que não são indicadas para diabéticos? A resposta é sim!

Existem frutas que possuem uma grande quantidade de carboidratos e um alto índice glicêmico. Ou seja, algumas delas contribuem com o aumento da glicemia (nível de açúcar no sangue) e podem piorar o quadro de diabetes. Afinal, a doença é causada pela ausência de insulina – responsável por transformar a glicose em energia para o organismo.

Por isso, com a ajuda da nutricionista hospitalar Roberta Galvão, elencamos 7 frutas que diabéticos podem comer e explicamos a funcionalidade de cada uma. Vamos nessa?

7 frutas que diabéticos podem comer
1. Pêssego
Essa fruta possui fibras e antioxidantes em abundância que permitem uma maior sensação de saciedade. Além disso, o seu nível de índice glicêmico é baixo. Mas antes de pensar no delicioso pêssego em caldas, saiba que essa fruta deve ser consumida in natura, ou seja, sem ter passado por nenhum tipo de processamento.

2. Limão
O limão é uma fruta cítrica e sua riqueza está na alta quantidade de vitamina C, antioxidantes e ácido nicotínico (substância que ajuda a concentrar os nutrientes nas células do corpo). Atua diminuindo os riscos cardiovasculares e de trombose, doenças comuns em pessoas diabéticas. A ingestão do limão pode ser com água ou até mesmo na preparação de saladas ou demais refeições, por exemplo.

3. Goiaba
A goiaba tem baixo índice glicêmico e pequena carga glicêmica (responsável por indicar, no organismo, a qualidade e a quantidade de carboidratos que um determinado alimento possui). Nela, também encontramos muitas fibras e vitamina C. A fruta inteira é um excelente lanchinho para quem tem diabetes.

4. Mamão papaia
Embora o mamão tenha carga glicêmica um pouco elevada e médio índice glicêmico, é uma fruta que pode ser consumida por diabéticos. Mas com moderações! O ideal é consumir o mamão papaia pela riqueza de nutrientes.

A dica de ingestão dessa fruta é que ela seja acompanhada por uma opção oleaginosa, como a chia, que possui uma boa quantidade de fibras, antioxidantes, proteínas, ômega 3 e 6.
5. Morango
O morango é outra fruta que diabéticos podem comer por ter baixo índice glicêmico, pequena carga glicêmica e ser cheio de antioxidantes. Essa fruta ajuda, ainda, no combate aos radicais livres (átomos que danif**am as células sadias do nosso corpo) que surgem com a diabetes. Por dia, pessoas diabéticas podem comer até 10 morangos.

6. Abacate
O abacate é muito indicado para quem tem diabetes, porque possui baixíssimo teor glicêmico. Mas é preciso cautela! Essa fruta é um tanto calórica, já que é rica em gordura do tipo ômega 3, apesar de ser bastante benéf**a e ajudar na promoção de uma alimentação mais saudável. Além disso, o abacate garante uma maior sensação de saciedade.

7. Abacaxi
O abacaxi é rico em antioxidantes, fibras e ainda atua com propriedades anti-inflamatórias. Por conta da sua boa capacidade digestiva, essa fruta ajuda, também, na absorção de proteínas pelo organismo.

Dica da nutricionista
Agora, você já sabe quais são as frutas mais indicadas para diabéticos! Mas, e quando bate aquela vontade de comer um docinho… o que fazer? Para te ajudar nessa, a nutricionista Roberta deixa uma dica!

“Para driblar aquela vontade de comer doces, uma ótima dica é investir na união das frutas com o cacau, como a Mousse de Chocolate à base de Abacate e Cacau.” Confira a receita:

Ingredientes:
01 abacate maduro;
02 colheres de cacau em pó;
01 colher (sobremesa) de canela em pó;
Para adoçar: xylitol à gosto.
Modo de Preparo:
Retire a polpa do abacate;
Coloque tudo no liquidif**ador e bata até f**ar homogêneo;
Leve à geladeira e deixe por 2 horas antes de servir.
Una a boa alimentação à prática de exercícios físicos
Gostou de conhecer as frutas que diabéticos podem comer? Lembre-se que é muito importante consultar seu médico e um nutricionista para a realização de um plano alimentar que se adéque à sua necessidade. Além disso, a prática de exercícios físicos pode trazer grandes benefícios para quem possui diabetes. Descubra aqui como controlar a diabetes com a prática regular de exercícios!

13/08/2023

VITAMINA E
Função principal da Vitamina E é trabalhar na antioxidação, que auxilia a proteger o organismo dos danos causados pelos radicais livres. Além de prevenir o envelhecimento precoce das células, ela serve para fazer a modulação da aterosclerose (evitar problemas cardiovasculares, como o infarto).

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