Cryolipoo

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Cryolipolysis does appear to be a relatively safe and effective way to reduce the size of small, loc

14/08/2021

Participation in regular physical activity can increase our self-esteem and can reduce stress and anxiety. It also plays a role in preventing the development of mental health problems and in improving the quality of life of people experiencing mental health problems.

14/08/2021

Although health insurance rarely covers the cost of cosmetic procedures, the number of people deciding to have cosmetic plastic surgery continues to grow. The top cosmetic surgeries are breast augmentation, liposuction, nose reshaping, eyelid surgery, tummy tuck, and facelift

14/08/2021

In addition to fat layer reduction, cryolipolysis can noticeably reduce skin laxity. The mechanism by which cryolipolysis induces skin tightening is not known.

24/09/2020

𝙋𝙤𝙧 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙨 𝙢𝙪𝙡𝙝𝙚𝙧𝙚𝙨 𝙚𝙨𝙩ã𝙤 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙥𝙧ó𝙭𝙞𝙢𝙖𝙨 𝙙𝙖 𝙞𝙡𝙪𝙢𝙞𝙣𝙖çã𝙤?

𝙊𝙨 𝙤𝙗𝙨𝙩á𝙘𝙪𝙡𝙤𝙨 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙖 𝙞𝙡𝙪𝙢𝙞𝙣𝙖çã𝙤 𝙨ã𝙤 𝙤𝙨 𝙢𝙚𝙨𝙢𝙤𝙨 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙝𝙤𝙢𝙚𝙣𝙨 𝙚 𝙢𝙪𝙡𝙝𝙚𝙧𝙚𝙨?

São, mas com uma ênfase diferente. De uma maneira geral, é mais fácil para uma mulher sentir e estar em seu corpo, e, portanto, ela é naturalmente mais próxima do Ser e potencialmente mais próxima da iluminação do que o homem. Essa é a razão pela qual muitas culturas antigas instintivamente escolhiam figuras ou analogias femininas para representar ou descrever a realidade transcendental e sem forma. Eram vistas como o ventre que dá à luz a todas as coisas, as sustenta e as alimenta durante a vida como forma.

No Tao Te Ching, um dos livros mais antigos e profundos escrito em todos os tempos, o Tao, que pode ser traduzido como o Ser, é descrito como “infinito, eternamente presente, a mãe do universo”. Naturalmente, as mulheres estão mais próximas dele do que os homens porque elas “corporificam” o Não Manifesto.

Além disso, todas as criaturas e todas as coisas, no final, voltam à Fonte. “Todas as coisas se desfazem no Tao. Só ele permanece”. Como a fonte é vista como feminina, ela é representada na psicologia e na mitologia como os lados claro e escuro do arquétipo feminino. A Deusa ou Mãe Divina tem dois aspectos: dá e tira a vida. Quando a mente tomou o poder e os seres humanos perderam contato com a realidade da essência divina, eles começaram a pensar sobre Deus como uma figura masculina. A sociedade passou a ser dominada pelos homens, e as mulheres foram subordinadas a eles. Não estou sugerindo um retorno às primeiras representações femininas da divindade.

Muitas pessoas empregam atualmente a palavra Deusa em vez de Deus. Estão dando uma nova roupagem ao equilíbrio entre homem e mulher, perdido há muito tempo, e isso é bom. Porém, ainda é uma representação e um conceito, talvez com alguma utilidade temporária, assim como um mapa ou um sinal é útil por um tempo, embora funcione mais como um impedimento do que como uma ajuda, quando alguém está pronto para perceber a realidade existente além de todos os conceitos e imagens. O que permanece mesmo verdade, entretanto, é que a freqüência de energia da mente parece ser essencialmente masculina.

A mente resiste, briga pelo controle, usa, manipula, agride, tenta se apoderar e possuir, etc. Essa é a razão pela qual o Deus tradicional é uma figura patriarcal, uma autoridade controladora, um homem sempre furioso, que devemos temer, como sugere o Velho Testamento. Esse Deus é uma projeção da mente humana.

Para irmos além da mente e nos religarmos à profunda realidade do Ser, são necessárias qualidades muito diferentes: entrega, não julgamento, uma abertura que permita a vida existir em vez de resistir, a capacidade de sustentar todas as coisas no amoroso abraço do saber. Todas essas qualidades têm muito mais a ver com o princípio feminino. Onde a energia da mente é pesada e rígida, a energia do Ser é leve e macia, mas ainda assim é muito mais poderosa do que a mente.



A mente governa a nossa civilização, enquanto o Ser é o encarregado de todas as formas de vida em nosso planeta e além dele. O Ser é a própria Inteligência cuja manifestação visível é o universo físico. Embora as mulheres estejam potencialmente mais próximas dele, os homens também conseguem ter acesso a ele, dentro de si mesmos.

Neste momento, a imensa maioria dos homens e das mulheres ainda está sob o domínio da mente. É ela que impede a iluminação e o florescimento do amor. Como regra geral, o maior obstáculo para os homens tende a ser a mente pensante, enquanto o maior obstáculo para as mulheres é o sofrimento, embora em casos isolados o oposto possa ser verdade, e em outros os dois fatores possam ter o mesmo peso.

24/09/2020

Relação de amor e ódio

A menos que você acesse a freqüência consciente da presença, todos os seus relacionamentos, principalmente os mais íntimos, vão apresentar defeitos profundos. Durante um tempo, eles podem dar a impressão de serem perfeitos, como quando estamos apaixonados, mas, invariavelmente, essa perfeição aparente acaba destruída por discussões, conflitos, insatisfações e até mesmo por violência física e emocional, que passa a acontecer com uma freqüência cada vez maior. Parece que a maioria dos “relacionamentos amorosos” não leva muito tempo para se tornar uma relação de amor e ódio.

O amor pode se transformar em agressões furiosas, em sentimentos de hostilidade ou, num piscar de olhos, em um completo recuo da afeição. Isso é visto como normal. Os relacionamentos, então, oscilam por um tempo, por alguns meses ou anos, entre as polaridades de “amor” e ódio, e nos trazem muito prazer e muita dor. Não é pouco comum que os casais se tornem viciados nesses ciclos. Esse tipo de drama nos faz sentir vivos. Quando o equilíbrio entre as polaridades negativa e positiva é desfeito e os ciclos negativos e destrutivos acontecem com freqüência e intensidade crescentes, não demora muito para o relacionamento acabar.

Pode parecer que tudo se resolveria se conseguíssemos eliminar os ciclos negativos e destrutivos, permitindo que o relacionamento florescesse sem problemas, mas isso não é possível. As polaridades são mutuamente interdependentes. Não podemos ter uma sem a outra. A positiva já contém dentro de si a negativa, ainda não manifestada. Ambas são, na verdade, aspectos diferentes de um mesmo sistema defeituoso. Estou tratando aqui dos chamados relacionamentos românticos, não do verdadeiro amor, que não possui opositores porque nasce além da mente.

O amor como um estado permanente ainda é raro de encontrar, tão raro quanto a consciência nos seres humanos. Entretanto, é possível haver lampejos breves e ilusórios de amor, sempre que existir um espaço no fluxo da mente. O lado negativo de um relacionamento é mais facilmente reconhecido como um defeito ou anormalidade do que o positivo. E é muito mais fácil reconhecer a fonte da negatividade no parceiro do que vê-la em nós mesmos.

Ela pode se manifestar de várias formas, tais como possessividade, ciúme, controle, ressentimento, insensibilidade e egocentrismo, cobranças emocionais e manipulação, raiva e violência física, necessidade de ter sempre razão, de discutir, criticar, julgar, culpar, agredir, irritar, ou se vingar, inconscientemente, de um sofrimento do passado imposto por um dos pais. Pelo lado positivo, há uma “paixão” pela outra pessoa. No primeiro momento, esse é um estado altamente gratificante. Sentimos que estamos intensamente vivos. Nossa existência passa a ter um significado porque, de repente, alguém precisa de nós, nos deseja, e nos faz sentir especial. Além disso, provocamos as mesmas sensações no outro, o que faz com que os dois se sintam completos.

O sentimento pode se tornar tão intenso que o resto do mundo perde o significado. Você deve ter percebido que existe uma certa dependência nessa intensidade. Ficamos viciados na outra pessoa, que age sobre nós como uma droga. Quando a droga está disponível, nos sentimos muito bem. Mas a possibilidade, ainda que remota, de que ela não esteja mais ali, disponível para nós, pode levar ao ciúme, à possessividade, a tentativas de manipulação através de chantagem emocional, culpa ou acusações – o que, no fundo, é o medo da perda. Se a outra pessoa nos abandonar mesmo, pode fazer nascer a mais intensa hostilidade, ou um profundo desespero.

Em segundos, a ternura amorosa pode dar lugar à agressão selvagem ou a um desgosto terrível. Onde é que está o amor agora? Será que o amor pode se transformar no seu oposto em segundos? Será que era amor de verdade ou um vício, uma dependência?

18/09/2020

Sempre pensei que a verdadeira iluminação fosse algo impossível a não ser através do amor entre um homem e uma mulher. Não é isso o que nos faz sentir completos? Como alguém pode ter uma vida plena sem que isso aconteça?

A sua experiência pessoal já lhe mostrou que isso é verdade? Já aconteceu com você?

Ainda não, mas como poderia ser de outro modo? Sei que isso vai acontecer.

Em outras palavras, você está esperando por um acontecimento no tempo que venha lhe salvar. Não é esse o erro principal que temos comentado? A salvação não está em lugar nenhum do tempo e do espaço. Está aqui e agora. O que quer dizer a frase “a salvação está aqui e agora”? Não entendo isso. Nem mesmo sei o que significa salvação.

Muitas pessoas buscam prazeres físicos, ou formas variadas de gratificação psicológica, porque acreditam que essas coisas trazem felicidade ou as libertam de uma sensação de medo ou de falta de alguma coisa. A felicidade é vista como uma sensação intensa de vivacidade obtida através do prazer físico, ou como uma sensação de um eu interior mais firme ou mais completo, obtida através de alguma forma de gratificação psicológica. Essa é uma busca de salvação que tem origem num estado de insatisfação ou de insuficiência de alguma coisa. Invariavelmente, a satisfação conseguida dessa maneira tem curta duração e, assim, a condição de satisfação ou plenitude é geralmente projetada, mais uma vez, sobre um ponto imaginário, distante do aqui e agora. “Quando eu conseguir isto ou me livrar daquilo, vou estar bem”. Essa é uma disposição mental inconsciente, que cria a ilusão de salvação no futuro.

A verdadeira salvação é satisfação, paz, vida em toda a sua plenitude. É ser quem somos, sentir dentro de nós o bem que não tem opositores, a alegria do Ser que não depende de nada que esteja fora de nós. Não é sentida como uma experiência passageira, mas como uma presença permanente. Na linguagem dos que crêem em Deus é “conhecer Deus”, não como algo externo a nós, mas sim como a nossa essência mais profunda. A verdadeira salvação consiste em conhecermos a nós mesmos como parte inseparável da Vida Única, livre do tempo e da forma, de onde se origina tudo o que existe.

A verdadeira salvação é um estado de liberdade – do medo, do sofrimento, de uma sensação de insuficiência e de falta de alguma coisa e, portanto, de todos os desejos, necessidades, cobiça e dependência. É libertar-se do pensamento compulsivo, da negatividade e, acima de tudo, do passado e do futuro como uma necessidade psicológica.

A nossa mente está dizendo que, do jeito que as coisas estão agora, não vamos conseguir chegar lá. Tem de acontecer alguma coisa, ou temos de nos tornar isso ou aquilo. Ela está dizendo, na verdade, que precisamos do tempo, que precisamos encontrar, negociar, fazer, conseguir, adquirir, compreender ou nos tornar alguém, antes de nos sentirmos livres e satisfeitos. Vemos o tempo como um meio de salvação, quando, na verdade, ele é o grande obstáculo para a salvação.

Imaginamos que não podemos chegar lá a partir do ponto em que estamos ou de quem somos neste momento, porque não nos sentimos ainda completos ou bons o bastante. Mas a verdade é que o aqui e agora é o único ponto de partida para poder chegar lá. “Chegamos” lá ao perceber que já estamos lá. Encontramos Deus no momento em que descobrimos que não precisamos procurar Deus. Portanto, não existe apenas um caminho para a salvação.

Várias circunstâncias podem ser usadas, não é necessário uma em particular. Entretanto, só existe um ponto de acesso: o Agora. Não existe salvação longe deste momento. Você está só, sem uma companhia? Acesse o Agora a partir da sua solidão. Você tem um relacionamento? Acesse o Agora a partir desse
relacionamento.

Não existe nada que possamos fazer, ou obter, que nos aproxime mais da salvação do que o momento presente. Não podemos fazer isso no futuro. Ou fazemos agora ou simplesmente não fazemos.

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