Saúde e Beleza das Mulheres
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07/05/2020
Agave: adoça mais que o mel e tem menos glicose
por Redaçãoem 20 de março de 2018
Diante do desafio por uma vida mais saudável, cada vez mais as pessoas têm buscado alternativas para substituir ingredientes prejudiciais ao organismo. E o açúcar, como se sabe, está bem no topo dessa lista de alimentos que todo mundo quer diminuir ou erradicar o consumo. Além de muito calórico (e por isso engordativo), ele aumento o risco de desenvolver diabetes, ter colesterol alto e sobrecarregar o fígado, entre outros problemas. Mas o que fazer para adoçar bebidas e receitas? A melhor opção são os adoçantes naturais, grupo do qual o agave faz parte.
Calda de agave: conheça esse poderoso adoçante orgânico Conheça o que é o agave, seus benefícios e diferenças em relação a mel e ao açúcar branco refinado e como consumir a calda de agave no dia a dia.
06/05/2020
Qual a diferença entre índice glicêmico e carga glicêmica
por Redaçãoem 27 de fevereiro de 2015
Você já deve ter ouvido falar em índice glicêmico e carga glicêmica. Apesar de parecidos, os dois termos significam medidas diferentes, que influenciam na produção de energia para o organismo e na sensação de saciedade entre uma refeição e outra.
Índice Glicêmico
O índice glicêmico se refere à medida da velocidade que um carboidrato é absorvido pelo organismo e se transforma em glicose no sangue. Isso significa que alimentos com alto índice glicêmico, como a melancia, o mel, o milho e as barras de cereais, são absorvidos mais rapidamente pelo organismo, ocasionando picos de glicose, estimulando a produção de insulina pelo pâncreas e fornecendo energia rapidamente.
Qual a diferença entre índice glicêmico e carga glicêmica Saiba qual a diferença entre índice glicêmico e carga glicêmica e saiba o que cada um representa na alimentação e o impacto na saúde.
05/05/2020
Adoçantes Artificiais: Consumo exige cautela e bom senso
por tatiana.barrosem 27 de outubro de 2017
Quando se fala em produtos que causam dependência, sempre vem à cabeça dr**as lícitas e ilícitas. Mas há um item, considerado inofensivo por muitos e que é consumido deliberadamente, que também pode ser viciante e prejudicial à saúde: o açúcar. Por conta dos problemas de saúde que pode causar ou agravar, o açúcar acaba sempre amplamente substituído por adoçantes artificiais.
Estudos mostram, no entanto, que muitos deles também podem trazer problemas ao organismo e levar a doenças, por mecanismos diferentes ou semelhantes aos do açúcar, se utilizados sem controle. Por isso, é preciso cautela e bom senso na hora de consumi-los.
Adoçantes Artificiais: Consumo exige cautela e bom senso Saiba quais são os principais adoçantes artificiais e entenda por que alguns deles são prejudiciais à saúde e devem ser evitados na sua dieta.
04/05/2020
Qual a relação entre obesidade e diabetes?
por Redaçãoem 21 de junho de 2016
Enquanto o diabetes já atinge cerca de 350 milhões de pessoas no mundo, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é considerada uma epidemia mundial. gundo dados divulgados pela OMS – Organização Mundial da Saúde em novembro de 2014, a previsão era de que em 2015, cerca de 700 milhões de pessoas no mundo seriam consideradas obesas. No Brasil, o número de pessoas acima do peso já chega a 70 milhões, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – SBEM. Desse total, cerca de 18 milhões são classificados como casos de obesidade. Mas existe uma relação entre obesidade e diabetes?
Segundo a nutricionista Talita Pigato, existe. E isso acontece porque as condições que levam ao sobrepeso também são responsáveis por causar o diabetes tipo 2, além do próprio funcionamento do organismo se transformar quando há excesso de gordura corporal. “Maus hábitos alimentares e sedentarismo associam-se ao desenvolvimento da obesidade. Isso faz com que as necessidades de insulina aumentem, já que os receptores da própria insulina diminuem. Dessa forma, percebemos que a obesidade é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes”, explica.
O diabetes acontece quando o corpo não consegue produzir insulina suficiente para levar o açúcar para dentro das células, causando a hiperglicemia. A nutricionista Talita explica que o diabetes do tipo 1 ocorre quando a defesa do organismo ataca as células do pâncreas responsáveis pela produção da insulina. Já a do tipo 2 é adquirida com o tempo, por conta do abuso de carboidratos de absorção rápida (os refinados) e doces. “Nesse tipo de diabetes, a pessoa se torna resistente à insulina ou ainda não produz uma quantidade adequada”, conta.
O que é obesidade?
Uma doença crônica caracterizada pelo excesso do acúmulo de gordura corporal em um indivíduo, a obesidade é diagnosticada quando o cálculo do IMC – Índice de Massa Corpórea, sugerido pela OMS – Organização Mundial da Saúde, apresenta resultado igual ou superior a 30, indicando que o acúmulo de gordura corporal está muito acima do considerado ideal.
Além dos desconfortos gerados pelo excesso de peso, a obesidade também oferece um aumento no risco de doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes tipo 2, doenças respiratórias e depressão. Como consequência disso, a expectativa de vida das pessoas que sofrem com a obesidade também é reduzida em comparação às pessoas que estão com peso adequado. Inclusive, de acordo com a ABESO – Associação Brasileira de Estudos da Obesidade e da Síndrome Metabólica, o índice de falência terapêutica (quando o corpo não responde ao tratamento), na obesidade, é muito maior que nos casos de câncer. Assim, não é para menos que ela seja uma das doenças relacionadas ao óbito de aproximadamente 2.390 pessoas no Brasil só em 2011, segundo dados do Datasus – Departamento de Informática do SUS.
Mas por que engordamos e ficamos obesos?
Os principais fatores relacionados ao ganho de peso são o sedentarismo e hábitos alimentares não ou pouco saudáveis, que incluem o consumo de alimentos ricos em gorduras, açúcares e de produtos refinados. Mas, ao contrário do que se pode pensar, a obesidade não é desenvolvida apenas por questões relacionadas a maus hábitos alimentares e sedentarismo. Ela também pode ser resultado de situações que incluem fatores genéticos, como o hipotiroidismo, a síndrome de Cushing, a depressão e alguns problemas neurológicos.
Como os fatores que podem levar à obesidade são diversos, consultar um endocrinologista e, também, um nutricionista torna-se indispensável. Ambos os especialistas serão responsáveis por investigar e identificar as causas do ganho de peso e, assim, tratar corretame
Qual a relação entre obesidade e diabetes? - Jasmine A obesidade é um dos principais fatores de risco para a diabetes. Saiba como prevenir e utilizar a alimentação para melhorar.
03/05/2020
Dieta para diabetes: O que os diabéticos devem comer e o que evitar
por tatiana.barrosem 16 de agosto de 2017
O Brasil tem 12 milhões de diabéticos, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). O diabetes é uma doença crônica, que exige tratamento constante, não apenas baseado em medicação mas principalmente em uma modificação no estilo de vida. Alimentação balanceada, sempre sob supervisão de um especialista, e atividades físicas são fatores bem importantes para o controle da doença.
Dieta para diabetes
Quando se fala na alimentação de diabéticos, existe a ideia de que a dieta deve ser bem limitada. Na verdade, é exatamento o contrário. É importante que a dieta para diabetes seja bem variada, composta por alimentos naturais, que colaborem para estabilizar o nível glicêmico do sangue.
Dieta para diabetes: O que os diabéticos devem comer e o que evitar Saiba o que não deve faltar em uma dieta para diabetes e o que os diabéticos devem cortar da rotina alimentar. Confira nossas dicas.
02/05/2020
Alimentos e plantas que ajudam na cicatrização
por Redaçãoem 13 de fevereiro de 2020
Seja um ferimento causado por acidente ou uma incisão feita durante uma cirurgia, qualquer tipo de lesão na pele desperta o processo de cicatrização, ou seja, o mecanismo pelo qual o corpo promove a regeneração dos tecidos.
Para fazer isso, o organismo utiliza determinados tipos de nutrientes e substâncias que são obtidos por meio da alimentação e funcionam como uma espécie de “matéria-prima” para a formação das novas células. Conheça os principais alimentos que ajudam na cicatrização:
Frutas cítricas
As frutas cítricas são ricas em vitamina C, um micronutriente conhecido por sua poderosa ação antioxidante. Isso significa que essa vitamina combate os danos causados pelos radicais livres, favorecendo a recuperação da pele.
Outro motivo para apostar em alimentos ricos em vitamina C é que ela participa da fabricação do colágeno, a proteína responsável por fornecer sustentação à pele e que também atua no processo de cicatrização.
Os principais exemplos de frutas cítricas são acerola, abacaxi, caju, kiwi, laranja, limão, maracujá e tangerina.
Frutas vermelhas
As frutas vermelhas têm essa cor devido à alta concentração de antocianinas, um tipo de pigmento vegetal da família dos flavonoides que tem ação anti-inflamatória e antioxidante. Dessa forma, essas frutinhas favorecem a circulação sanguínea e o aporte de oxigênio e nutrientes para a pele, acelerando o processo de cicatrização.
Vale lembrar que essas frutas também são ricas em vitamina C, algumas vezes com quantidades superiores às encontradas nas frutas cítricas, contribuindo ainda mais para a produção do colágeno.
Os principais exemplos de frutas vermelhas que auxiliam a cicatrização incluem amora, açaí, cranberry, framboesa, goji berry, mirtilo e morango, entre outros. Uma dica prática e saborosa é apostar nas frutas vermelhas desidratadas, que podem estar sempre à sua disposição.
Alimentos e plantas que ajudam na cicatrização Conheça os alimentos e plantas que oferecem propriedades importantes para auxiliar o processo de cicatrização e regeneração da pele.
01/05/2020
Frutas e cereais para uma dieta rica em fibras
por Redaçãoem 20 de fevereiro de 2020
Se você se interessa por alimentação saudável, você já deve ter ouvido falar que as fibras são um elemento essencial em qualquer cardápio. Por isso, é muito importante consumir frutas e cereais diariamente, já que esses alimentos são ricos nessas substâncias.
Quando falamos em fibra, estamos nos referindo a componentes dos alimentos de origem vegetal que não são digeridos nem absorvidos pelo nosso corpo – e são justamente essas características que conferem os benefícios dessas substâncias.
Fibras solúveis e fibras insolúveis
As fibras podem ser divididas em dois tipos principais: as solúveis e as insolúveis. As fibras solúveis são capazes de absorver água e formar um gel ao chegar no estômago e ao intestino. Já as fibras insolúveis não têm essa mesma capacidade, de forma que elas passam intactas pelo sistema gastrointestinal.
Esses dois tipos de fibras são importantes para a manutenção da saúde e, muitas vezes, ambos estão presentes em um mesmo alimento.
Benefícios das fibras para a saúde
Uma dieta rica em fibras solúveis e insolúveis traz uma série de benefícios para a digestão e a saúde como um todo. Conheça os principais:
Controle do peso e do apetite: as fibras “ocupam” o espaço do estômago por mais tempo, prolongando a sensação de saciedade depois de uma refeição e evitando as “beliscadas”;
Regulação do colesterol: as fibras reduzem a absorção do colesterol pelo intestino e podem diminuir a quantidade de colesterol livre no sangue, contribuindo para o equilíbrio entre colesterol bom e ruim;
Controle dos níveis de açúcar: da mesma forma que acontece com o colesterol, as fibras retardam a quebra da glicose proveniente da alimentação e reduzem a velocidade de absorção pelo intestino, o que auxilia o controle da glicemia (nível de açúcar no sangue);
Combate à prisão de ventre: as fibras estimulam o trânsito intestinal, facilitando a eliminação de resíduos e prevenindo a constipação;
Prevenção e controle de diabetes e doenças cardiovasculares: ao contribuir para a regulação dos níveis de colesterol e glicose no sangue, as fibras têm papel fundamental na prevenção dessas doenças;
Redução do risco de câncer: uma alimentação rica em fibras é uma das melhores formas de prevenir o câncer colorretal, além de ser uma das medidas para reduzir o risco de outros tipos de câncer.
Frutas e cereais para uma dieta rica em fibras Veja como combinar frutas e cereais para aproveitar melhor seus benefícios e inclua as fibras na sua alimentação com 5 sugestões irresistíveis.
30/04/2020
Stevia: Conheça este adoçante natural
por Redaçãoem 1 de Maio de 2017
Os malefícios do açúcar para a nossa saúde são amplamente divulgados e, por essa razão, cada vez mais pessoas têm se conscientizado sobre a necessidade de reduzir o consumo desse ingrediente. Mas como ficar sem adoçar receitas que pedem esse sabor extra tão agradável? O segredo é buscar substitutos a esse tipo de adoçante que seja natural e não resulte em efeitos negativos para a saúde. Uma das melhores opções disponíveis para isso é a stevia.
O que é a stevia?
Originária de uma planta nativa da América do Sul, a stévia é um adoçante natural poderoso, que tem capacidade de adoçar 300 vezes mais que o açúcar. E seu uso está longe de ser algo recente. Os índios Guaranis há séculos já utilizavam a planta não apenas como adoçante na erva-mate, como também para aliviar desconfortos abdominais e sintomas de fadiga física ou emocional.
Stevia: Conheça este adoçante natural | Jasmine Alimentos Além do pó, do extrato ou da folha, o stevia também é comercializado como extrato purificado e vendido em embalagens similares às dos adoçantes artificiais.
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