Dr. Luiz Carlos Bremm
Dr. Luiz Carlos Bremm
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22/07/2026
Tratamento do câncer de esôfago: quais são as possibilidades e como é a recuperação
O tratamento do câncer de esôfago é definido de forma individualizada, levando em consideração o estágio da doença, o tipo do tumor e as condições de saúde do paciente. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de um tratamento eficaz.
Entre as opções terapêuticas estão cirurgia, quimioterapia, radioterapia e, em casos selecionados, procedimentos endoscópicos para tumores em fase inicial.
A recuperação varia conforme o tratamento realizado. Pacientes submetidos à cirurgia passam por um período de adaptação alimentar e necessitam de acompanhamento médico e nutricional para favorecer a reabilitação e a qualidade de vida.
Sinais como dificuldade para engolir, perda de peso sem explicação, dor ao engolir e refluxo persistente devem ser investigados. O diagnóstico precoce continua sendo um dos principais fatores para aumentar as chances de recuperação
20/07/2026
Refluxo pode causar falta de ar?
Sim, o refluxo gastroesofágico pode causar falta de ar em algumas pessoas. Isso acontece porque o ácido do estômago pode subir pelo esôfago e atingir a região da garganta, irritando as vias respiratórias.
Esse processo pode desencadear sintomas como tosse crônica, sensação de aperto no peito, rouquidão e até dificuldade para respirar, especialmente à noite ou após as refeições. Em alguns casos, o refluxo também pode agravar condições respiratórias como asma.
Além disso, o refluxo pode provocar microaspirações — pequenas quantidades de conteúdo gástrico que chegam às vias aéreas — contribuindo para inflamação e desconforto respiratório.
É importante procurar avaliação médica se houver sintomas frequentes, pois o tratamento adequado pode melhorar tanto os sintomas digestivos quanto respiratórios. Mudanças no estilo de vida, como evitar refeições pesadas antes de dormir, reduzir o consumo de alimentos gordurosos e elevar a cabeceira da cama, também ajudam no controle do refluxo.
Sim. O refluxo gastroesofágico pode causar falta de ar quando o ácido irrita as vias respiratórias. Pode provocar tosse, aperto no peito, rouquidão e piorar à noite ou após refeições, além de agravar a asma.
Procure avaliação médica se os sintomas forem frequentes. Mudanças como evitar refeições pesadas à noite, reduzir gorduras e elevar a cabeceira da cama ajudam no controle
A esteatose hepática, ou gordura no fígado, é uma doença frequente que, na maioria dos casos, não apresenta sintomas no início. Sem tratamento, pode evoluir e comprometer a saúde do fígado.
Neste vídeo, o Dr. Luiz Carlos Bremm explica as causas, os fatores de risco, as formas de prevenção e quando procurar avaliação médica.
Assista ao vídeo !
14/07/2026
Desejo a todos uma terça-feira abençoada, com saúde, serenidade e confiança para enfrentar cada desafio. Que este seja um dia de cuidado, bem-estar e boas notícias para você e sua família.
Um excelente dia.
Dr. Luiz Carlos Bremm
13/07/2026
Cirurgia hepática: avaliação antes do procedimento é decisiva para a segurança do paciente
A cirurgia hepática é indicada para o tratamento de tumores, metástases, cistos e outras doenças que comprometem o fígado. Antes do procedimento, uma avaliação detalhada é essencial para definir a melhor estratégia cirúrgica e reduzir o risco de complicações.
Entre os principais fatores analisados estão a função do fígado, a localização e a extensão da lesão, além da quantidade de tecido hepático saudável que permanecerá após a cirurgia. Exames laboratoriais e de imagem permitem ao cirurgião planejar o procedimento com maior precisão.
A condição geral do paciente também influencia na decisão. Doenças como diabetes, hipertensão, cirrose, problemas cardíacos e renais, além do estado nutricional e do uso de medicamentos, devem ser cuidadosamente avaliados antes da operação.
Nos casos de câncer, a equipe médica ainda verifica se a doença está restrita ao fígado ou se atingiu outros órgãos, informação que pode modificar o planejamento do tratamento.
Com um preparo adequado e uma avaliação individualizada, a cirurgia hepática torna-se mais segura, contribuindo para melhores resultados e uma recuperação mais tranquila. O planejamento pré-operatório continua sendo uma das etapas mais importantes para o sucesso do procedimento.
09/07/2026
Antes de indicar uma cirurgia hepática, o médico avalia diversos fatores para garantir mais segurança ao paciente. A decisão considera o tipo de lesão no fígado, sua localização, tamanho, relação com vasos sanguíneos e vias biliares, além da possibilidade de retirada segura da área comprometida.
A avaliação clínica também é fundamental. São analisadas as condições gerais de saúde, doenças associadas, função hepática, risco cirúrgico e capacidade do fígado restante em manter suas funções após o procedimento.
Os exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia e ressonância magnética, ajudam a definir a extensão da doença e o melhor planejamento cirúrgico.
06/07/2026
A saúde do aparelho digestivo está ligada aos cuidados mantidos na rotina. Alimentação equilibrada, hidratação, atividade física e acompanhamento médico contribuem para o bom funcionamento do organismo.
O intestino tem papel importante na absorção de nutrientes, na imunidade e no equilíbrio do corpo. Reduzir o consumo de ultraprocessados, açúcar, gordura e bebidas alcoólicas também ajuda a prevenir desconfortos e doenças digestivas.
Exames preventivos e avaliações periódicas auxiliam no diagnóstico precoce e na qualidade de vida.
Dr. Luiz Carlos Bremm fala sobre pólipos na vesícula biliar, principais sintomas, exames, tratamentos e quando a cirurgia pode ser necessária.
👉Assista ao vídeo e entenda mais sobre o acompanhamento e os cuidados com a saúde da vesícula.
30/06/2026
A prevenção é uma das principais aliadas no combate ao câncer gastrointestinal. Muitos tumores do aparelho digestivo, como câncer de intestino, estômago e esôfago, podem ser identificados ainda em fases iniciais por meio de exames preventivos, aumentando as chances de tratamento e cura.
Entre os exames mais importantes para o diagnóstico precoce estão a endoscopia digestiva alta e a colonoscopia. A endoscopia permite avaliar o esôfago, estômago e duodeno, identificando inflamações, úlceras, lesões suspeitas e alterações precoces relacionadas ao câncer gastrointestinal.
Já a colonoscopia é considerada o principal exame para rastreamento do câncer colorretal, possibilitando detectar e até remover pólipos antes que evoluam para tumores.
Além desses procedimentos, exames como pesquisa de sangue oculto nas fezes, biópsias digestivas, tomografia, ressonância magnética e endoscopia capsular também podem auxiliar na investigação e no acompanhamento de alterações do trato digestivo.
Consultas regulares são fundamentais, principalmente para pessoas acima dos 45 anos, pacientes com histórico familiar de câncer gastrointestinal, sintomas persistentes, refluxo frequente, dores abdominais, sangramentos ou alterações intestinais. O diagnóstico precoce pode salvar vidas e permitir tratamentos menos agressivos e mais eficazes.
26/06/2026
Refluxo frequente não deve ser ignorado. Azia constante, queimação, gosto amargo na boca, tosse persistente e desconforto após as refeições podem indicar que algo não está bem no aparelho digestivo.
Muitas pessoas acabam se acostumando com os sintomas e deixando o problema de lado, mas o refluxo contínuo pode causar inflamações e prejudicar a qualidade de vida ao longo do tempo.
O diagnóstico precoce é importante para identificar a causa dos sintomas e iniciar o tratamento adequado. Mudanças nos hábitos alimentares, acompanhamento médico e cuidados específicos podem ajudar no controle do quadro e na prevenção de complicações.
Se os sintomas são frequentes, procure avaliação especializada.
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