Melodia do Sono

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24/01/2023

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05/01/2023

Um novo artigo explora os fatores fisiopatológicos que ligam os distúrbios do sono e a doença de Alzheimer.

Uma melhor compreensão dessa conexão pode levar a diagnósticos e terapias potenciais para a doença de Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas e demência. O artigo foi publicado antes da impressão no Journal of Neurophysiology (JNP).

A pesquisa de Alzheimer concentrou-se amplamente na presença de duas proteínas - beta-amilóide e tau - no cérebro. Acredita-se que o beta amilóide esteja envolvido com o aprendizado e a capacidade do cérebro de mudar e se adaptar, e o tau ajuda a regular a sinalização normal entre as células neuronais.

Verificou-se que as pessoas com doença de Alzheimer têm ambas as características: um acúmulo de beta-amilóide e emaranhados tau no cérebro.

Estudos anteriores em animais e humanos saudáveis relataram níveis mais altos de beta-amilóide após uma única noite de privação de sono. Isso é consistente com os padrões normais de flutuação da proteína que ocorrem antes de dormir e ao acordar. Essas descobertas sugerem que o sono ajuda o corpo a eliminar o excesso de beta-amilóide antes que se acumule demais no cérebro.

A pesquisa também mostrou que a interrupção do sono de ondas lentas - uma fase de sono profundo - faz com que os níveis de beta-amilóide aumentem em até 30%.

"Essas evidências demonstram a importância do sono na eliminação de resíduos metabólicos e na interrupção do sono como um mediador significativo no desenvolvimento da [doença de Alzheimer]", escreveram Shen Ning e Mehdi Jorfi, PhD, autores do artigo.

By: American Physiological Society, 2019.

04/01/2023

04/01/2023

Um novo estudo canadense descobriu que pessoas mais velhas com insônia correm maior risco de desenvolver declínio de memória e comprometimento cognitivo de longo prazo, como demência.

O estudo, publicado na revista SLEEP, é baseado em dados de mais de 26.000 participantes do Canadian Longitudinal Study on Aging, todos com idades entre 45 e 85 anos.

Os participantes que relataram piora na qualidade do sono em um intervalo de três anos também tiveram maiores chances de relatar declínio subjetivo da memória.

De acordo com Cross, distúrbios do sono, como insônia, podem ser tratados, isso destaca a importância de diagnosticar e controlar adequadamente a insônia o quanto antes. Pois o tratamento é uma medida preventiva para o declínio cognitivo.

Prevenção é o caminho!

Fonte: Canadian Longitudinal Study on Aging. Sleep, 2022.

03/01/2023

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