Pele é vida

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Esta página tem o objetivo de conscientizar, alertar e informar sobre os cuidados com a pele.

16/01/2020

ANO NOVO, PELE RENOVADA: 5 TRATAMENTOS PARA INVESTIR EM 2020

O que você fez pela sua pele em 2019? Se a resposta for “não muita coisa”, calma - ainda dá tempo de correr atrás do atraso! Além de seguir uma rotina de skincare a partir de agora, os tratamentos estéticos são ótimas opções para deixar seu corpo e rosto mais radiantes. Para começar o ano que vem com o pé direito, o DermaClub indicou 5 procedimentos de beleza para você investir. Veja só!

1) Depilação a laser
Se o seu plano é dar um fim aos pelos encravados, à foliculite ou ao excesso de pelos ao no corpo, a dica é investir na depilação a laser. É uma técnica parcialmente definitiva, que consegue eliminar 90% dos folículos, com diferentes tipos de aparelhos. Entre os mais conhecidos estão o laser de diodo e a luz intensa pulsada - ambos com a mesma função de destruir o pelo através do seu pigmento. Lembrando que a exposição ao sol é proibida neste período de tratamento.

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2) Peeling químico ✅

O peeling químico consiste na aplicação de substâncias ácidas sobre a pele. Este procedimento realiza a renovação celular, que ajuda no clareamento de manchas, tratamento de rugas, espinhas e cicatrizes de acne. Se alguma dessas imperfeições te incomoda, esse é o procedimento ideal para começar o seu 2020 com a pele renovada!

3) Aplicação toxina botulínica ou “baby botox”

Se o seu maior incômodo são aquelas rugas, linhas de expressão e a flacidez, invista na aplicação de toxina botulínica. Um procedimento muito recomendado pelos dermatologistas e que já virou tendência é o “baby botox” - uma técnica em que se usa uma quantidade menor da substância para promover a harmonização do rosto e um efeito mais jovial por meio das doses reduzidas, que são aplicadas em pontos específicos da face.

4) Microblading

Sua sobrancelha é fina, clara demais ou tem falhas? Então você precisa investir no microblading! É uma técnica usada para pigmentar as sobrancelhas, com o objetivo de realçar ou harmonizar o desenho da região. Esse procedimento é realizado com um aparelho em formato de caneta, com microagulhas em sua ponta, que fazem o desenho fio a fio da sobrancelha, dando uma aparência mais natural para a região.

5) Preenchimento com ácido hialurônico

Que tal dar mais volume ao seu rosto? O preenchimento com ácido hialurônico ajuda a deixar as regiões mais firmes e atenuar aqueles sulcos bem profundos, também chamados de rugas estáticas. O tratamento redefine contornos da face, além de ser usado para repor o volume de regiões como lábios e mãos.

10/01/2020

"Fulana está ótima para a idade que tem!”. Certamente você já falou ou ouviu esse tipo de comentário sobre alguém que já passou dos 50 anos, sem perceber que existe aí um preconceito de que a mulher que já cruzou essa barreira etária fatalmente não pode ser atraente, linda e sexy como antes. Com os avanços da medicina e da ciência, a expectativa de vida aumentou – e tende a aumentar ainda mais. Portanto é hora de rever a maneira como enxergamos o envelhecimento para encará-lo de forma muito mais positiva.

Nas últimas temporadas de moda internacionais, modelos e personalidades com mais de 60 anos riscaram as passarelas e foram aplaudidas em todos os sentidos, caso da atriz Lauren Hutton, de 74 anos, que participou da apresentação da Bottega Veneta, e da top Maye Musk, de 69 anos (mãe de Elon Musk, superempreendedor e fundador da Tesla Motors, de carros elétricos), que além de desfilar para várias marcas, foi capa da Vogue coreana e estrela de um dos nossos editoriais na edição de agosto. Por aqui, na mais recente edição do São Paulo Fashion Week, Gloria Coelho recrutou para sua passarela mulheres de idades variadas, incluindo a cantora Marina Lima, de 62 anos.

No mês passado, quem estrelou a capa e o recheio da Allure, revista americana publicada pela Condé Nast (assim como a Vogue) e que é a bíblia do setor da beleza, foi a atriz inglesa Helen Mirren, de 72 anos. A imagem foi compartilhada exaustivamente no Instagram e ganhou artigos no site do The Guardian e no Huffington Post. Mais que estampar uma senhora com cabelos brancos e rugas em seu espaço mais nobre, a publicação declarou que vai parar de usar o termo “anti-aging” em suas páginas, num apelo para a indústria da beleza – assunto que já era debatido em blogs e nas redes sociais. “Ninguém aqui está sugerindo que se pare de usar retinol. Mas mudar a maneira como encaramos o envelhecimento começa pela maneira como falamos sobre ele”, escreveu Michelle Lee, diretora de redação.

10/01/2020

Problemas de pele, em geral, afetam (e muito!) a qualidade de vida das pessoas. E o melasma não foge à regra. Ora, imagine conviver com manchas escuras – mais especificamente amarronzadas – no rosto, em regiões como testa, bochecha, queixo e nariz.

“Apesar de menos comum, as manchas também podem aparecer em outras áreas expostas ao sol, como colo e braços”, completa o dermatologista Bruno Vargas, diretor da clínica que leva seu nome, em Belo Horizonte (MG), e criador do Portal do Melasma.

Listamos abaixo, com a ajuda do médico, detalhes sobre o quadro que vale a pena conhecer:

1- O que é o melasma e quem é mais acometido

“Trata-se de uma disfunção na pigmentação da pele devido à concentração de melanina, pigmento que dá a nossa cor”, resume Vargas.

E dá para dividi-la em três categorias: epidérmica, quando a camada mais superficial da pele é afetada; dérmica, com ocorrência das manchas na derme superficial e profunda; e, por fim, a forma mista, caracterizada por surgimento das marcas na epiderme e derme. “Determinar o tipo é essencial para o tratamento”, avisa o dermatologista.

Segundo ele, as mulheres entre 25 e 40 anos são as mais afetadas – somente 10% dos casos acontecem em homens. Pessoas de pele morena e negra, além de asiáticos e latinos, têm maior predisposição a encarar esse desconforto.

2- O diagnóstico depende de uma boa avaliação

Quando notar o surgimento de manchas, vale procurar um dermatologista. Para fechar o diagnóstico, ele precisa checar, por exemplo, questões como frequência de exposição ao sol, realização de tratamentos hormonais (incluindo aí o uso de contraceptivos), gravidez e histórico familiar.

“É necessário observar também se o paciente relata coceira ou ferida na região. No caso do melasma, isso não acontece”, frisa Vargas. O médico conta que uma lâmpada chamada Wood, de luz negra, pode ajudar a flagrar o melasma de forma precisa.

3- A verdadeira relação entre melasma e gravidez

Não, a gravidez não é a responsável pelo surgimento das manchas – na verdade, não há uma causa decisiva para o surgimento do quadro. “Ocorre que, durante a gestação, os hormônios produzidos pela placenta, como a progesterona, estimulam a hiperpigmentação da pele”, ensina o dermatologista. Por isso, aproximadamente 70% das mulheres com predisposição para o melasma identificam as primeiras manchas durante essa fase da vida.

“Se associarmos um quadro de predisposição a uma exposição excessiva aos raios solares, a probabilidade de surgimento das manchas aumenta”, acrescenta Vargas. Inclusive, o abuso do sol é um dos fatores que mais colabora para o problema dar as caras.

As luzes artificiais de ambientes fechados e de dispositivos eletrônicos (celulares, tablets e por aí vai) também têm sua parcela de culpa. “Usar protetor precisa ser um hábito diário”, reforça o dermatologista.

4- Por que o quadro parece piorar no inverno

Nessa época do ano, muita gente acha desnecessário gastar uns minutinhos para aplicar o protetor solar. Resultado? Maior exposição aos raios ultravioletas e, consequentemente, risco elevado de encarar uma manchinha ali e acolá.

“No inverno, a incidência dos raios é menor, mas ainda assim estamos expostos à radiação. E não só do sol, como também das luzes artificiais”, relata Vargas. Então, já sabe: na época mais fria do ano, nada de colocar o filtro no fundo da gaveta.

O médico recomenda aplicar o produto com especial atenção em áreas como rosto, pescoço, colo e mãos – que são as menos protegidas pelas roupas. “O ideal é que o FPS seja de, no mínimo, 30. E sugiro reaplicar a cada três horas”, acrescenta.

5- Os tratamentos disponíveis hoje em dia

Você já notou que passar protetor é a primeira medida importante contra o melasma, certo? Mas há outros recursos para auxiliar na empreitada.

De acordo com Vargas, hoje, o mais comum é associar terapias. Por exemplo: dá para recorrer a medicamentos orais e tópicos com ação antioxidante e, à noite, utilizar ácidos mais (ou menos) potentes.

“Em relação aos tratamentos feitos no consultório, a técnica de drug delivery com o aparelho MMP [Microinfusão de Medicamentos na Pele] é muito utilizada, por ser capaz de inserir ativos com ação clareadora na camada intermediária da pele”, conta Vargas.

Em termos de ativos, o ácido tranexâmico – aplicado de forma tópica ou intradérmica –, é considerado um grande aliado. “Ele tem ação antifibrinolítica, isto é, reduz a ação da proteína plasmina, que leva a um estímulo das manchas”, descreve o médico.

O uso de laser, por sua vez, exige cautela. Isso porque só alguns equipamentos – com uma tecnologia específica, de picossegundos – trariam benefícios. “No geral, lasers não são indicados porque podem gerar um processo inflamatório capaz de piorar o quadro”, pondera Vargas.

6- O melasma não tem cura

Embora os tratamentos sejam eficazes no manejo das manchas, infelizmente não dá para falar em resolução definitiva do quadro.

“Mas saber que é possível controlar o melasma já é um grande alento. É totalmente possível levar uma vida sem essa perturbação constante”, tranquila Vargas.

7- O elo entre estado emocional e surgimento das manchas

Já ouviu por aí que estar com os nervos à flor da pele parece abrir as portas para o melasma? Vargas explica que isso ocorre porque a tensão constante ocasiona um estresse oxidativo em nosso organismo, o que prejudica o corpo como um todo.

“Não à toa, os antioxidantes fazem parte do tratamento”, lembra. Ora, esses elementos têm a habilidade de frear os radicais livres, as moléculas perigosas que surgem em decorrência do tal estresse oxidativo.

“Levar uma vida com qualidade também favorece o controle das manchas”, arremata o dermatologista.

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8- Dá para usar maquiagem? sim

Os produtos de beleza são um baita recurso para quem deseja disfarçar as manchas, já que auxiliam a deixar a cútis com um tom único. Mas será que a maquiagem pode ser aplicada sem preocupação?

Quem responde é o médico: “Sim, mas só faça uso de produtos indicados para seu tipo de pele e com orientação do dermatologista. Caso contrário, podem surgir outros problemas, como alergias, irritações e excesso de oleosidade”.

9- Receitas caseiras? Nem pensar!

Quem nunca realizou uma busca na internet na tentativa de encontrar maneiras de amenizar as manchas dentro de casa? Pois saiba: essa atitude é contraindicada. “No caso do melasma, tenho relato de pessoas que fizeram peelings caseiros e tiveram irritações”, conta o médico. Recorrer a supostos clareadores também é furada.

“A regra é clara: não faça nenhum tratamento para melasma sem a orientação do dermatologista”, reforça Vargas. Na tentativa de resolver uma chateação, você pode acabar encontrando várias outras.

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