Liberdade & Paz

Liberdade & Paz

Compartilhar

Página destinada a mensagens de paz e apoio

07/09/2019

Depressão, e agora? – Sintomas, causas e tratamento

A depressão vem sendo chamada de “o mal do século” devido ao aumento de casos diagnosticados em todo o mundo. Mesmo assim, ainda hoje há um grande preconceito por parte de toda a sociedade inclusive dos pacientes. Entenda um pouco mais no texto abaixo.

Muitos pacientes tem vergonha de admitir que sofrem da doença. Infelizmente, essa reação chega a interferir nos cuidados básicos de saúde já que, por vergonha, os pacientes deixam de relatar ao médico sintomas depressivos.

Sabemos que a reação das pessoas ainda é totalmente inadequada. Quantas vezes já não ouvimos dizer que estar deprimido é sinal de fraqueza ou “falta de um tanque de roupa prá lavar”? Pura e simples ignorância.

Depressão – O que é então?
A depressão é uma doença grave, limitante, que atinge grande parte da população.

Pode ter origem orgânica (por herança genética ou distúrbios fisiológicos) ou vir de fatores externos como grandes traumas, grandes perdas.

O que ela causa?
Os sintomas mais conhecidos são o isolamento e a tristeza profunda. Mas, há vários outros indícios que serão avaliados pelo psiquiatra ou pelo psicólogo como a variação de humor, queixas de sintomas físicos de várias origens ou atitudes e ideias sem base real.

Ela altera o sono, o apetite, diminui a libido, prejudica a concentração e a memória. Faz com que o paciente viva uma tendência a antecipar tragédias, ou seja, esperar sempre pelo pior, pelo insucesso.

A percepção do mundo torna-se mórbida. Como exemplo cito um caso recente que atendi. Esta paciente comentou que não entendia as críticas e brincadeiras dos amigos sobre sua reação a um filme que foram assistir. O tal filme é uma famosa comédia nacional, muito divertida que enche os cinemas com o som de gargalhadas da plateia. Porém, a tal paciente classif**ava a fita como no máximo tragicômica…

A depressão é responsável também por um grande número de problemas sociais como o suicídio, o alcoolismo, o absenteísmo e o abandono dos estudos.

Ela atinge não só ao doente mas a toda sua família e outras pessoas com quem ele convive no trabalho, entre amigos e na escola.

07/09/2019

Depressão não é apenas tristeza: conheça os sintomas!

Sentir-se alegre o tempo todo é um desejo de muitas pessoas. Entretanto, a tristeza faz parte da nossa rotina em diversos momentos. É impossível viver em uma realidade de felicidade constante, por mais que muitas vezes essa ideia seja vendida nos meios de comunicação.

Sim, mesmo aquelas atrizes ou modelos super felizes que você segue nas redes sociais têm suas épocas de tristeza. Muitas podem, inclusive, enfrentar problemas mais sérios, como a depressão. Você conhece a diferença entre a tristeza e o transtorno depressivo? Descubra no nosso post!

Depressão não é tristeza! Entenda a diferença
Ficar triste é uma condição normal da vida. Esse sentimento está ligado à vivência de situações que geram angústia ou frustração. Sentir desânimo e melancolia depois de perder um emprego, tirar nota ruim em uma prova ou terminar um relacionamento, por exemplo, é comum.

Em alguns momentos, as pessoas podem experimentar uma tristeza mais profunda. Por exemplo, quando precisam lidar com a morte de alguém querido. Embora haja uma tendência a tratar o luto como doença, é importante respeitar o tempo que cada um precisa para se recuperar.

As pessoas que desenvolvem um transtorno depressivo têm sintomas que vão além da tristeza. A depressão é um desequilíbrio nos neurotransmissores, o que causa alterações nas respostas emocionais, principalmente aquelas relacionadas ao prazer e bem-estar.

Diferente da tristeza temporária, no diagnóstico da depressão é verif**ada a existência de sintomas por pelo menos seis meses. Além disso, em um quadro depressivo há comprometimento de diversas atividades da vida cotidiana, como os relacionamentos sociais, o trabalho, o sono, a alimentação, etc.

Conheça os sintomas de uma pessoa com depressão
Veja alguns sinais do transtorno depressivo:

Sentimentos de tristeza persistente;
sensação de vazio;
perda de interesse mesmo por atividades consideradas prazerosas;
desesperança e pessimismo;
humor irritável;
baixa autoestima e sentimentos de inadequação, culpa ou desamparo;
fadiga e cansaço excessivo;
insônia;
dificuldade de concentração e memória;
lentidão no raciocínio e nos movimentos;
alterações na alimentação;
dores no corpo e problemas digestivos;
pensamentos de morte ou tentativas de suicídio.
Depressão não é frescura, é algo mais grave do que parece
Infelizmente, muitas pessoas ainda negligenciam a depressão, considerando como frescura ou falta de força de vontade. É indispensável reconhecer a gravidade dessa doença e oferecer apoio às pessoas que lutam contra ela.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o país com mais casos de depressão de toda a América Latina. Entre os brasileiros, 5,8% (11,5 milhões) sofrem de transtorno depressivo. No mundo, são 4,4%. Nos últimos anos, esse número só cresce.

O suicídio é uma das vinte maiores causas de morte no mundo — entre jovens de 15 a 29 anos, ele é a segunda. Esses são dados alarmantes que chamam a nossa atenção para a urgência em identif**ar e tratar a depressão com o cuidado que ela merece.

Saiba qual é o papel da terapia e do psicólogo
O tratamento da depressão passa, necessariamente, pelo atendimento psicológico. Muitas pessoas ainda resistem a isso e se tratam apenas com remédios, mas os medicamentos não são capazes de agir na raiz das emoções que geram e mantém a depressão.

Por isso, contar com um psicólogo qualif**ado é fundamental. Na terapia, a depressão é vista de forma aprofundada e a pessoa tem a oportunidade de entender e modif**ar os comportamentos ligados ao transtorno. Esse suporte psicológico ajuda a mudar a rotina e superar a doença.

Percebeu como a depressão se diferencia da tristeza normal do dia a dia? Saber identif**ar os sinais do transtorno e ter empatia com as pessoas que o enfrentam são atitudes importantes para ajudar a diminuir os prejuízos desse problema. Se você ou alguém conhecido está passando por isso, não deixe de procurar terapia!

07/09/2019

Depressão

A depressão é um dos males da alma que mais assolam a nossa sociedade nos dias atuais. Basta observar os consultórios dos psiquiatras, principalmente dos bons especialistas, ou tentar marcar uma consulta com um deles, e se perceberá, com um grau maior ou menor de perplexidade, a alta incidência dessa perturbação psíquica, talvez se possa até falar de uma epidemia nesse sentido. Mas é importante saber distinguir esta síndrome de outras disfunções emocionais, e também do stress crônico que também atinge as pessoas atualmente. Esses problemas não distinguem s**o, idade ou classe social. Aliás, o número de crianças e adolescentes depressivos vem crescendo de uma forma alarmante.

Normalmente utilizamos o termo depressão para falar sobre o que sentimos. Às vezes nos encontramos tristes, melancólicos, angustiados, mas isso não signif**a que estamos realmente deprimidos. A depressão é uma doença preocupante e necessita ser tratada. Ela é fruto de um distúrbio no humor e provoca o desinteresse na realização de tudo que possa gerar prazer. Não adianta tentar curar esta enfermidade apenas com palavras de estímulo, é preciso ouvir o paciente e, se f**ar claro que ele não está apenas momentaneamente triste, tentar encaminhá-lo ao especialista. Este distúrbio é de natureza neurológica, e, portanto, de longa duração, acompanhado dos sintomas específicos. Este mal ocorre com maior freqüência nas mulheres do que nos homens, e é mais normalmente encontrado em pacientes entre 24 e 44 anos.

São muitas as fontes da depressão, entre elas fatores de ordem genética, alimentação, stress, dr**as e outros. Determinar os sintomas desta enfermidade nunca é uma tarefa definitiva, pois somente os pacientes, os mais variados, sabem o que sentem e conhecem seu próprio sofrimento. Mas alguns deles são mais comuns, tais como pensamentos negativos, modif**ações sensoriais no organismo – dores e náuseas -, carência energética e de interesses, mutações no humor, perda da concentração, mudanças no apetite e no sono, as tarefas físicas e mentais são cumpridas com maior lentidão, sensação de fracasso. No corpo físico costuma haver batimentos cardíacos incômodos, prisão de ventre, dores de cabeça, problemas na digestão. Alternam-se os momentos de alívio e de recaída, o que muitas vezes provoca no paciente a sensação de não estar se recuperando, ou de estar se convalescendo sozinho. Os sintomas dificilmente se apresentam em sua totalidade, geralmente variam de paciente para paciente, e se manifestam ora de uma forma, ora de outra. Com o tratamento, a melhora é gradual.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a depressão poderá se tornar, em 2020, uma das maiores causas de mortalidade, perdendo apenas para as enfermidades coronárias. Não se deve tratar a depressão como se ela fosse algo único e invariável, atendendo aos apelos dos laboratórios que, de temporadas em temporadas, inventam novas dr**as potentes, acompanhadas de uma publicidade geralmente enganosa, como se ela fosse uma doença que se expressa igualmente em cada paciente. Há pelo menos seis espécies conhecidas de depressão: depressão maior; crônica – também conhecida como distimia; atípica; pós-parto; afetivo sazonal; tensão pré-menstrual e pesar.

Na depressão maior ocorrem pelo menos cinco dos sintomas que se seguem, pelo menos por duas semanas: desânimo na maior parte do tempo; carência de prazer no cotidiano; falta de apetite, com consequente perda do peso; alterações no sono; agitação ou prostração; cansaço persistente; culpa frequente; perda da concentração; pensamentos que envolvem idéias de suicídio ou morte. Estes sintomas não podem estar conectados a transtornos bipolares e deve-se observar se eles dificultam os relacionamentos sociais e profissionais. A distimia é uma depressão persistente, que se estende por aproximadamente dois anos – a taxa de suicídios nesta categoria é semelhante à apresentada pelos deprimidos graves. Na depressão atípica os pacientes comem em excesso, dormem demais, estão sempre entediados. A pós-parto envolve tanto alterações emocionais quanto hormonais, uma vez que o corpo e a vida da mãe são modif**ados profundamente. O distúrbio sazonal apresenta incidências anuais de depressão, geralmente ao longo do outono e do inverno, sendo extinta a doença nas outras estações do ano; caracteriza-se normalmente pela presença de manias e a tendência a comer muito doce no inverno.

A tensão pré-menstrual manifesta irritação e nervosismo muito intensos no período anterior ao da menstruação. Os sintomas geralmente pioram uma semana antes da chegada do fluxo menstrual. O pesar não é exatamente uma depressão, mas é difícil estabelecer diferenças entre ambos. Normalmente o pesar resume-se a uma reação emocional e sadia às perdas que pontuam nossa existência. Quando ele não está ligado a outros distúrbios psíquicos, dura aproximadamente entre três e seis meses. Se ultrapassar este período, e os sintomas se acentuarem, ele pode transformar-se numa depressão. No transtorno afetivo bipolar, considerado por muitos especialistas também como depressão, alternam-se etapas deprimidas com as maníacas.

A criança também tem limites para lidar com o stress. Ela suporta este mal tanto quanto os adultos, principalmente diante do desconhecido, do novo. Sua capacidade de reagir às pressões das circunstâncias e dos adultos que a cercam corresponde ao grau da coação exercida. Quando o estresse permanece, há uma queda no sistema imunológico, que tem como função defender o organismo. É fundamental que os médicos estejam mais preparados para atuar neste momento, pois geralmente os pediatras não se encontram prontos para diagnosticar a depressão precoce, geralmente atribuindo os sintomas manifestados pela criança a outras enfermidades. Muitas vezes é necessário que o pequeno seja atendido por uma equipe multidisciplinar que envolva o pediatra, o fisioterapeuta e o psiquiatra. Observar o ambiente familiar é imprescindível no diagnóstico, principalmente a relação dos pais com os filhos.

O tratamento da depressão consiste basicamente no medicamento antidepressor prescrito por alguns meses, no mínimo, e uma boa psicoterapia. Também há um outro meio, conhecido como Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva, para os pacientes que não se adaptam aos remédios. Hoje se sabe que os exercícios físicos praticados regularmente são igualmente fundamentais na cura da depressão.

07/09/2019

Depressão: sintomas, diagnóstico, prevenção e tratamento

A depressão é caracterizada pela perda ou diminuição de interesse e prazer pela vida, gerando angústia e prostração, algumas vezes sem um motivo evidente. Michael Phelps, por exemplo, revelou sofrer demais com o problema após as Olimpíadas de 2012, quando ganhou seis de suas 28 medalhas olímpicas. Hoje, a depressão é considerada a quarta principal causa de incapacitação, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Esse transtorno psiquiátrico atinge pessoas de qualquer idade — embora seja mais frequente entre mulheres — e exige avaliação e tratamento com um profissional. O desânimo sem fim é fruto de desequilíbrios na bioquímica cerebral, como a diminuição na oferta de neurotransmissores como a serotonina, ligada à sensação de bem-estar.

Hoje se sabe que a depressão não promove apenas uma sensação de infelicidade crônica, mas incita alterações fisiológicas, como baixas no sistema imune e o aumento de processos inflamatórios. Por essas e outras, já figura como um fator de risco para condições como as doenças cardiovasculares.

05/09/2019

Um novo tipo de depressão?

Estima-se que metade das 322 milhões de pessoas afetadas pela depressão não parece se beneficiar do tratamento medicamentoso atual, mas novas pesquisas sobre o cérebro mostram que esse número pode mudar em breve – e potencialmente obter ajuda para milhões de pessoas que precisam dele. Essa é uma perspectiva muito promissora para aumentar as chances dos pacientes refratários.

Em um novo estudo, os cientistas argumentam que o tratamento provavelmente não ajuda muitos, porque 90% dos antidepressivos são baseados na ideia de que as pessoas deprimidas carecem de serotonina e norepinefrina, duas substâncias químicas importantes no cérebro, os chamados mensageiros químicos cerebrais ou neurotransmissores.

PUBLICIDADE

inRead invented by Teads
No entanto, um estudo a ser publicado na edição de julho da prestigiada Neuroscience afirma que, para alguns, a depressão não está necessariamente ligada à falta de serotonina e norepinefrina, e os antidepressivos projetados para compensá-los não funcionam em pacientes.

“Trinta por cento das pessoas que usam esses medicamentos não experimentam um efeito”, diz Saito e o co-autor Yuki Kobayashi. “Obviamente, precisamos de uma nova droga! Precisamos de outra explicação para o que poderia causar depressão ”.

Depressão nesses trinta por cento das pessoas pode ser impulsionada por uma proteína chamada RGS8, que a neurocientista da Universidade de Hiroshima, Yumiko Saito, descreve como “um novo tipo de depressão”.

Em um estudo anterior, Saito e sua equipe descobriram que o RGS8 controla um receptor hormonal chamado MCHR1, que ajuda a regular o humor e a resposta do corpo à necessidade de comer e dormir. Constatou-se que o RGS8 influencia partes do cérebro envolvidas com a regulação do movimento e do humor, e pode inativar o MCHR1 quando os dois são misturados em células cultivadas. Isso sugeriu a Saito que a diminuição da quantidade de RGS8 signif**a uma chance maior de sofrer de depressão.

Os pesquisadores levantaram a hipótese de que as mudanças feitas nos níveis de RGS8 afetariam a probabilidade de uma pessoa sofrer de depressão.

Para testar sua teoria, os cientistas compararam um grupo controle de camundongos com outro grupo de camundongos geneticamente modif**ados para ter mais RGS8 em seu sistema nervoso. Em um teste em que os ratos foram forçados a nadar – o que o estudo afirma ser um “método de análise comportamental comum” para avaliar comportamentos depressivos em animais – eles examinaram os tempos em que os ratos estavam ativos ou imóveis. Camundongos com mais RGS8 em seus sistemas f**aram imóveis por um período de tempo mais curto do que os outros: isso demonstrou que esses camundongos estavam menos deprimidos do que os camundongos não modif**ados para ter quantidades maiores da proteína.

No entanto, essa resistência à depressão não aconteceu quando os camundongos receberam um medicamento que impediu o funcionamento do receptor de hormônio MCHR1. Para entender melhor a relação entre MCHR1 e RGS8, os cientistas examinaram os cérebros dos camundongos – descobrindo subsequentemente que os camundongos com engenharia RGS8 não eram menos deprimidos, mas tinham cílios mais longos em uma região do hipocampo onde os níveis de RGS8 eram mais altos. Os cílios são organelas semelhantes a antenas que estão envolvidas com a comunicação celular.

Os cientistas ligaram anteriormente cílios disfuncionais a casos de obesidade, doença renal e doença da retina. Essa nova descoberta signif**a que os pesquisadores agora examinarão se as organelas estão ligadas a distúrbios de humor.

A equipe de Saito agora acredita que o RGS8 é “um candidato promissor para o desenvolvimento de novos medicamentos antidepressivos”.

À medida que as taxas de suicídio aumentam, o desenvolvimento de um novo antidepressivo é um processo que é mais importante do que nunca, e os pesquisadores concordam que são necessários tratamentos novos e mais ef**azes para a depressão grave.

05/09/2019

5 atitudes que pessoas depressivas têm, mas que não demostram

Apesar da sociedade hoje ser bastante informada sobre a doença do século, a depressão, o que se percebe é que há uma percepção mal-entendida sobre suas causas e seus sintomas.

A depressão é uma doença mascarada, e assim, muitas vezes, passa despercebida quando familiares e amigos estão lutando contra este mal. Desse modo, por conta de diagnósticos equivocados, ela se manifesta fazendo com que muitas pessoas que estejam com o problema passem despercebidas e não tenham o tratamento adequado.

Em decorrência disso, muitas pessoas convivem com uma depressão disfarçando-a, ou seja, as pessoas que convivem com ela e não percebem tal doença. Além disso, existem casos em que não é feito o diagnóstico corretamente e assim o sujeito irá lidar com os seus problemas sozinho, de maneira que vai tentar ao máximo esconder seus verdadeiros sintomas.

Devemos pensar que nem sempre o sofrimento estará escancarado para a sociedade, assim torna-se mais fácil dar a mão a quem sofre dessa doença e ajudá-la a tratar-se.

Os sinais:
1- Está sempre exausta

Um dos piores sintomas da depressão é o cansaço contínuo. Embora não apareça em todos as pessoas que lutam contra essa doença, é um sintoma bastante comum, uma exaustão sem fim. Acontece que o sujeito não recebe um diagnóstico preciso de depressão e esse cansaço é, por vezes, difícil de interpretar.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
SAÚDE
É comum pessoas com depressão dormirem muito bem durante a noite e acordarem queixando-se que tiveram uma noite ruim, desse modo, começam a culpar a si mesmo dizendo que é apenas preguiça ou um defeito de sua personalidade por estarem sem ânimo e com falta de energia.

Pessoas que estão com a doença, geralmente, fazem o possível para esconder esse sintoma e tornam bem difícil o tratamento, pois esse cansaço recorrente tende a atrapalhar sua vida profissional e social.

2- Dificuldade em ser recíproco ao afeto e a preocupação de quem está ao seu lado

É um equívoco a ideia de que a depressão causa tristeza, muitas vezes o doente não sente nada, ou então tem emoções bastante limitadas, de modo que, dependendo do caso, sentem uma preguiça ou moleza, e o mais próximo que chegam de uma emoção é uma irritação sem sentido ou uma tristeza sem explicação. Desse modo, seu cérebro não corresponderá adequadamente a gestos de afeto e carinho ou nem se dará ao trabalho de tentar corresponder, pois talvez seu cérebro não está disposto a processar o que está recebendo.

3- Maneiras incomuns de se alimentar

Pessoas depressivas tendem a desenvolver duas maneiras de se alimentar: ou come pouco ou come bastante. Esse também é um sinal da depressão e é usado como uma válvula de escape contra a doença. Comer demasiadamente talvez seja um dos prazeres que o sujeito vai ter, por ser visto como um ato de constrangimento, e assim faz com que ele coma bem mais que o necessário.

Papo De Mãe
MAIS DE NOSSO PARCEIRO PAPO DE MÃE
Decoração de quarto para bebê com base na Neurociência
Decoração de quarto para bebê com base na Neurociência
De Papo De Mãe
SIGA O CANAL PAPO DE MÃE
Quando o sujeito deixa de comer, signif**a que a doença está afetando sua vontade de se alimentar, e isso está se tornando um ato desagradável. Sendo assim, quando a pessoa não tem o devido diagnóstico ou esconde dos que estão ao seu redor seu problema, será considerado que o sujeito está tendo péssimos hábitos alimentares e então é julgado que está com algum defeito na sua personalidade, desse modo, só agrava mais sua situação.

4- A aparência da pessoa não demonstra estar deprimida

Por cultura da sociedade em geral, a uma generalização no que diz respeito como é visto os comportamentos de uma pessoa depressiva. No geral, tem-se uma visão de uma pessoa com depressão que ela vai se isolar do mundo, não se cuidar mais e está triste sempre, mas nem todos que sofrem dessa doença vão agir assim. Claro que cada pessoa depressiva terá sintomas e atitudes diferentes. Muitos conseguem mascarar seus sentimentos como uma maneira de autoproteção, aparentar estar em ótima Saúde, mas não quer dizer que não são tão vulneráveis como aquelas que não conseguem disfarçar.

5- A agressividade

É um dos efeitos colaterais de uma pessoa com depressão. É muito comum uma pessoa depressiva f**ar irritada com facilidade, pois ela tem que lidar com os problemas do cotidiano e contra a doença, que não é fácil de ser diagnosticada, dessa forma, tirando sua paciência e compreensão exata das coisas. A imagem que se tem de uma pessoa com depressão é que ela seja tímida, triste e calada, mas muitas vezes o comportamento é de agressividade.

05/09/2019

Depressão tem cura? Saiba como sair da depressão

Estima-se que pelo menos 12% da população adulta, em qualquer fase da vida, tem algum episódio de depressão – relativamente grave – que mereça tratamento.

Estudos realizados nos EUA indicam que 75% das hospitalizações psiquiátricas têm quadros de depressão.

Situações extremamente adversas na vida não produzem necessariamente uma depressão. Nestes casos, o indivíduo “normal” ainda mantém o interesse e consegue avaliar mais realisticamente os aspectos da sua vida e agir na resolução do problema.

Contudo, nessas mesmas situações, o pensamento da pessoa inclinada à depressão se torna mais limitado e começam a aparecer ideias negativas em relação aos aspectos da sua vida, já que ela não tem meios próprios para lidar com isso.

Os níveis de Depressão
Em depressões mais brandas, o paciente é, geralmente, capaz de perceber seus pensamentos negativos com certa objetividade. Com o agravamento da depressão, o pensamento começa a f**ar mais dominado por essas ideias negativas, mesmo que não haja relação entre as situações reais e essas interpretações negativistas.

Nesta situação o indivíduo f**a bastante tomado por esses pensamentos e ele não consegue concentrar-se em estímulos externos, como ler, por exemplo, ou envolver-se em atividades mentais voluntárias, como solucionamento de problemas.

Em casos mais graves, ao observar sinais de depressão, pessoas próximas ao deprimido, incomodadas com a situação, dão sugestões pessoais, como viagens, encontros, esportes, etc., na tentativa de arrancá-lo desse estado.

O que sente o depressivo?
O depressivo, em geral, tem uma visão negativa de si, do mundo externo e do futuro. Ele se percebe inadequado, carente… chega a pensar que não possui atributos necessários à obtenção da felicidade.

Outra característica, o deprimido acredita que o mundo lhe faz demandas absurdas e/ou coloca obstáculos intransponíveis para o atingimento de seus objetivos de vida.

A pessoa neste estado tem uma visão negativista do futuro e, em suas projeções, só vê dificuldades e acredita que o sofrimento presente se prolongará indefinidamente.

Em geral, o deprimido sofre de paralisia da vontade como resultado do pessimismo e da situação de desamparo em que se sente, bem como apresenta apatia e baixa energia em razão da crença de estar condenado ao fracasso em todos os seus esforços.

A Depressão tem cura?
Se partirmos do princípio de que a grande fonte da depressão é um conjunto de pensamentos negativos e persistentes, podemos dizer que a correção e suavização desses esquema pode aliviar bastante o quadro depressivo.

A importância da Psicoterapia
A psicoterapia tem se mostrado ef**az no tratamento da Depressão, sendo necessário algumas vezes a conjugação com o uso de dr**as antidepressivas.

Os psiquiatras frequentemente indicam esse procedimento, mas, muitas vezes, o paciente apresenta fortes resistências ao trabalho psicoterápico. O Psicoterapeuta e o cliente trabalham juntos no sentido de identif**ar essas questões distorcidas, que muitas vezes são resultados de questões disfuncionais.

A partir da psicoterapia o deprimido passa a desenvolver seus próprios mecanismos de enfrentamento para lidar com a Depressão. O paciente aprende a “realinhar” seu pensamento com a realidade e a dominar as situações de vida e os problemas que antes considerava insuperáveis.

O resultado da Psicoterapia
Espera-se que os pacientes que se submetem ao trabalho psicoterápico aprendam a lidar mais ef**azmente com suas possíveis depressões posteriores, abortar depressões incipientes e, bem possivelmente, tornar-se capaz de prevenir novos processos depressivos.

Não podemos falar em cura da depressão. Trata-se de um problema crônico, mas com os tratamentos atuais que conjugam muitas vezes psicoterapia e medicação, podemos pensar na administração do quadro depressivo, com menor número de episódios, menos graves e menos duradouros.

05/09/2019

Mais de onze milhões de brasileiros têm depressão

Uma tristeza profunda que faz o corpo doer com os efeitos de uma doença que é invisível e dificulta ações cotidianas simples como levantar da cama, comer, trabalhar ou estudar. Essa é a depressão, que já é conhecida como o mal do século por ter estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), de que até 2020 será a doença mais incapacitante do mundo.

Segundo o recente relatório da OMS, a prevalência da depressão no Brasil já é a segunda maior carga de incapacidade, sendo o maior índice na América Latina. São mais de onze milhões de brasileiros diagnosticados com a doença, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). A prevalência registrada é maior entre as mulheres (10,9%) do que nos homens (3,9%).

A depressão representa quase um quarto (23%) dos atendimentos ambulatoriais e hospitalares em saúde mental no Sistema Único de Saúde. A principal porta de entrada são as Unidades Básicas de Saúde (UBS), que correspondem a 69% dos atendimentos e diagnósticos realizados no Brasil.

Os casos menos graves da doença recebem o acompanhamento de profissionais como psicólogos e psiquiatras, mas não requerem cuidados mais extremos. “Esse é um cenário bastante importante porque a Atenção Básica é a área ideal para acompanhar os casos leves e moderados, pois tem equipes constantemente capacitadas para desempenhar este atendimento”, explica o coordenador-geral de Saúde Mental, Álcool e outras Dr**as do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro.

As ocorrências de maior gravidade, como a falta de interesse no convívio social, ou que estão associadas a outras doenças como bipolaridade, esquizofrenia entre outras, são encaminhadas aos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

Apesar de os dados da Pesquisa Nacional de Saúde revelar que a frequência de pessoas com depressão aumenta de acordo com o avanço da idade, as crianças também são vítimas dessa doença e precisam de acompanhamento específico.

Pessoas que sofrem com a depressão e não conseguem buscar ajuda de profissional de saúde ou, mesmo aquelas com risco de suicídio, podem buscar apoio em conversas com os voluntários do Centro de Valorização da Vida (CVV) pelo número 141. Em breve, essa ligação passará a ser gratuita pelo telefone 188, graças a um acordo do Ministério da Saúde com o CVV.

05/09/2019

Depressão: a dor da alma!

Você sabe quando a tristeza se torna depressão? Essa resposta não é tão simples, pois pode existir depressão sem tristeza.

O desânimo também pode caracterizar a depressão, desde que seja acompanhado de outros sintomas, como: sentimento de culpa, baixa autoestima, sono não reparador, dificuldade em pensar e raciocinar, piora na atenção e memória. Na depressão, a vontade e a energia diminuem e a capacidade de sentir satisfação pode deixar de existir.

A depressão pode ter vários níveis de intensidade: de leve a grave, além disso, pode ser um episódio único ou recorrente.

Na depressão, ocorre uma alteração no funcionamento do cérebro: algumas regiões são desligadas e outras superativadas. Em consequência disso, ocorrem várias mudanças nas emoções, formas de pensar (a pessoa passa a focar no negativo) e autoestima, o corpo f**a mais sensível à dor e aos desconfortos.

Os tratamentos para essa doença, em geral, apresentam uma boa resposta de melhora dos sintomas. Os procedimentos mais comuns são o uso de medicamento e psicoterapia, que deve ajudar a pessoas a ter uma forma mais flexível e ajustada de interpretar a realidade e valorizar menos as emoções negativas.

Existem casos em que o paciente não tolera os efeitos colaterais dos remédios ou não tem resposta de melhora com eles; já outros não têm perfil para a psicoterapia. Nesses casos, a Estimulação Magnética Transcraniana ou a Eletroconvulsoterapia podem ser as opções de tratamento para a depressão.

Quer que seu negócio seja a primeira Salão De Beleza em Governador Valadares?
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Categoria

Telefone

Endereço


Governador Valadares, MG
35020140