Dra Gláucia Barros

Dra Gláucia Barros

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Dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e Cirurgia Dermatológica

05/06/2026

Sim. Beber água é fundamental para o funcionamento de todo o organismo, e a pele faz parte disso.

Quando estamos bem hidratados, as células funcionam melhor, a barreira cutânea se mantém mais íntegra e a pele tende a apresentar um aspecto mais saudável.

Uma dúvida frequente é: quanto de água devo beber? Não existe um número mágico para todo mundo. A necessidade varia de acordo com peso, temperatura ambiente, atividade física e condições de saúde.

Como referência geral, costuma-se recomendar algo em torno de 30 a 35 ml por quilo de peso corporal por dia. Por exemplo, uma pessoa com 55 quilos deve beber diariamente em torno de 2 litros de água.

Se você tem dificuldade para lembrar, algumas estratégias simples ajudam:

💧 Ande sempre com uma garrafinha por perto.

💧 Escolha uma garrafa bonita, daquelas que dão vontade de usar.

💧 Deixe-a visível na mesa de trabalho, no carro e ao lado da cama.

💧 Crie pequenos hábitos, como beber água ao acordar e antes de sair de casa.

São atitudes simples, mas que fazem diferença ao longo do tempo.

A saúde da pele não depende de um único fator. Ela é construída diariamente, e a hidratação adequada faz parte desse cuidado contínuo.

Compartilhe essa informação com aquela amiga que sempre esquece de se hidratar. 💦

04/06/2026

Um bom resultado no tratamento do melasma não deve focar somente no clareamento da mancha, mas em tratar a pele como um todo.

Até pouco tempo atrás, a produção de pigmento era o alvo mais importante. Estudos mais recentes mostram que o melasma também está relacionado ao envelhecimento e à inflamação da pele.

Sendo assim, a melhora da qualidade da pele e dos fatores de envelhecimento tecidual também é importante.

Dentre os procedimentos que mais gosto de indicar está o microagulhamento. Com técnica específica e já bem estabelecida, pode ser associado ao peeling clareador e renovador.

02/06/2026

“Dra, parece que meu botox está durando menos.” Essa é uma observação relativamente comum no consultório, principalmente em mulheres que já passaram dos 50 anos. E a resposta nem sempre está apenas na toxina.

Com o passar dos anos, a pele perde espessura, firmeza e sustentação. A produção de colágeno diminui e a flacidez começa a fazer parte do processo de envelhecimento. Por isso, o rosto aos 40 ou 50 anos responde em um contexto diferente daquele dos 20 ou 30.

Muitas vezes, a toxina continua fazendo exatamente o que se propõe a fazer: reduzir a contração muscular e suavizar linhas de expressão. O que muda é que outras alterações passam a chamar atenção e interferem na percepção do resultado.

Por isso, quando um paciente me diz que a toxina “não está durando como antes”, é preciso entender o que mudou na pele, avaliar a estrutura da face e revisar o planejamento do tratamento.

O gerenciamento do envelhecimento exige esse olhar mais amplo. Em muitos casos, estimular colágeno, melhorar a qualidade da pele e tratar a flacidez passa a ser tão importante quanto a toxina.

29/05/2026

Confesso que eu também adorei ouvir essa história.

Minha paciente me contou que perguntaram se ela era estudante. Ela tem 36 anos, é mãe, mora em Londres… e ficou feliz quando a atendente comentou que ela aparentava ser muito mais nova.

Mas o que me deu mais satisfação foi perceber que, no caso dela, o que faz diferença é justamente o acompanhamento e a consistência.

Ela faz a manutenção da toxina botulínica, cuida da pele e volta ao consultório regularmente, mesmo morando fora do Brasil.

Os resultados mais bonitos na dermatologia vêm do que é construído ao longo do tempo.

E vou te falar: é muito bom quando a paciente começa a perceber, na vida real, o resultado desse cuidado contínuo.

28/05/2026

Algumas pessoas acham que a consulta começa quando o paciente senta na minha frente. Mas, na maioria das vezes, ela começa antes.

Eu costumo revisar fotos antigas, histórico de tratamentos, observar como aquele rosto mudou ao longo do tempo, o que já foi feito, o que funcionou bem, o que faz sentido manter e o que talvez precise ser ajustado.

Porque a verdade é que a pele tem história. O rosto tem história. E entender esse percurso faz toda a diferença para conduzir um tratamento mais coerente, natural e individualizado.

26/05/2026

Você sente que sua pele está mais fina, sensível ou frágil? Isso realmente acontece com o passar dos anos.

A pele perde espessura ao longo do tempo — cerca de 6% a cada década — e essa mudança vai muito além das rugas. A pele pode ficar mais delicada, menos firme e com uma qualidade diferente.

E aqui existe um ponto importante: nem tudo que melhora o aspecto da pele atua na sua estrutura.
Hidratantes, peelings e alguns procedimentos ajudam muito na superfície, na luminosidade e na textura. Mas, em alguns casos, o que precisa ser tratado é justamente a perda de espessura e de colágeno.

Se você percebe a sua pele mais fina, vem fazer uma avaliação comigo.

25/05/2026

“Botox resolve flacidez?” Essa é uma das dúvidas que mais recebo no consultório. E a resposta é: não exatamente.

A toxina botulínica atua no músculo. Ela reduz a contração muscular e suaviza rugas de expressão. É maravilhosa para isso.

Mas flacidez é outra questão. Está relacionada à perda de colágeno, à qualidade da pele e, em alguns casos, à sustentação dos tecidos.

Por isso, quando a principal queixa é flacidez, a toxina pode até entrar no planejamento, mas geralmente associada a outros tratamentos que trabalham firmeza, estímulo de colágeno e estrutura da pele.

Cada tratamento tem sua função. E entender isso muda completamente a qualidade dos resultados.

22/05/2026

Os agonistas de GLP-1, como o Mounjaro, já fazem parte da realidade de muitas pacientes. E junto com a perda de peso, começam a aparecer também mudanças importantes na aparência do corpo. Uma delas é o chamado “bumbum de caneta”.

Esse termo tem sido usado para descrever a perda de volume, sustentação e contorno da região glútea após um emagrecimento importante. O volume reduz — o que é esperado — mas muitas vezes a pele não acompanha essa mudança da mesma forma.

E aí surgem flacidez, aspecto murcho e alteração do formato do glúteo. Isso acontece porque a perda de gordura também impacta a sustentação dos tecidos e a qualidade da pele.

Dependendo da avaliação, podemos associar tratamentos para estimular colágeno, melhorar firmeza e qualidade da pele e, em alguns casos, trabalhar reposição de volume e sustentação com ácido hialurônico.

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