Lívia Maria Camilo
Psicóloga com mais de 15 anos de formada. Vasta experiência na área clínica e social.
18/05/2026
Quem nunca passou por isso, né? Essa é, infelizmente, uma das práticas mais comuns, corriqueiras e cotidianas que experimentamos em nossas relações, mas a grande diferença é que atualmente nós conseguimos nomear isso como gaslighting. O manipulador muitas vezes vem travestido de uma linguagem passivo-agressiva e, nesses casos, o que acaba entrando em discussão é a sua reação ao tipo de agressão velada e não o que de fato aconteceu, ou seja, a violência e a agressão ocorrida. O foco é desviado do comportamento do outro para a sua resposta a ele, o que torna tudo ainda mais confuso e nos faz questionar a própria percepção da realidade. Dar nome a esse processo é o primeiro passo para romper o ciclo e recuperar a clareza.
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