Eli pés
Saúde e bem estar para seus pés...
" A melhor parte do tratamento é a massagem final".
31/10/2025
O segredo dos seres humanos fortes não está no grito sim no foco com grandes sabedorias. Priorizando energia divina e vital em tudo que se dispõe realizar.
10/02/2024
Obrigada Deus por tudo…
01/02/2024
O que é esporão de calcâneo?
O esporão de calcâneo, igualmente denominado esporão do calcâneo, é uma protuberância óssea que pode se desenvolver no osso localizado no calcanhar, conhecido como calcâneo.
Esse problema ocorre quando há um crescimento ósseo anormal na parte inferior do calcanhar, geralmente na área onde o ligamento plantar (fáscia plantar) se conecta ao osso.
O esporão no pé refere-se a um crescimento ósseo anormal na parte inferior do calcanhar ou na sola do pé, frequentemente onde a fáscia plantar se conecta ao osso do calcanhar.
Um esporão no pé geralmente é uma consequência da fascite plantar crônica.
Nem todas as pessoas com fascite plantar desenvolvem um esporão, e nem todos os esporões causam dor.
O esporão em si é uma projeção óssea e, por si só, pode não ser a fonte da dor.
A dor associada ao esporão no pé geralmente resulta da inflamação da fáscia plantar (ou seja, da fascite plantar).
Causas do esporão do calcâneo
O esporão do calcâneo, ou esporão de calcâneo, é geralmente causado por tensão crônica e repetitiva nos tecidos do pé, especificamente na fáscia plantar.
A fáscia plantar é um tecido espesso que conecta o osso do calcanhar (calcâneo) aos dedos dos pés e ajuda a sustentar o arco do pé.
Quando essa fáscia é sobrecarregada ou inflamada de forma persistente, pode levar ao desenvolvimento de um esporão ósseo no local onde a fáscia se fixa ao calcâneo.
As principais causas do esporão de calcâneo incluem:
Uso Excessivo ou Atividades de Alto Impacto
Participar de esportes de alto impacto, como corrida, dança ou esportes que envolvem corridas e saltos frequentes, pode sobrecarregar a fáscia plantar e contribuir para a formação do esporão.
Mudanças no Arco do Pé
Pessoas com pés planos (arco baixo) ou pés com arcos muito altos podem estar em maior risco de desenvolver um esporão de calcâneo.
Uso de Calçados Inadequados
O uso de calçados que não oferecem suporte adequado aos pés ou que não se ajustam corretamente pode contribuir para a tensão nos tecidos do pé e aumentar o risco de esporão.
Excesso de Peso
O excesso de peso coloca pressão adicional nos pés e pode aumentar a tensão na fáscia plantar, aumentando o risco de esporão.
Envelhecimento
Com o envelhecimento, os tecidos do corpo, incluindo a fáscia plantar, podem se tornar menos flexíveis e mais suscetíveis a lesões e inflamação.
Má Postura e Técnica de Movimento
Má postura ao caminhar, correr ou praticar atividades físicas pode aumentar a pressão sobre a fáscia plantar, contribuindo para a formação de esporão.
Trauma ou Lesão no Pé
Embora menos comum, um trauma agudo no pé, como uma lesão por queda ou acidente, pode predispor ao desenvolvimento de um esporão.
Fatores Anatomia
Algumas pessoas podem ter uma predisposição genética para desenvolver um esporão de calcâneo devido à sua anatomia específica.
É importante notar que nem todas as pessoas que têm um esporão de calcâneo experimentam dor. Muitas pessoas podem ter um esporão sem sintomas perceptíveis.
A dor no calcanhar muitas vezes resulta da inflamação da fáscia plantar (fascite plantar), que geralmente está associada ao esporão.
Tratamento
O objetivo do tratamento para o esporão de calcâneo é reduzir a dor e a inflamação relacionadas a essa condição.
Lembre-se de que o esporão em si nem sempre é a causa direta da dor no calcanhar, mas geralmente está relacionado à inflamação da fáscia plantar, uma condição chamada fascite plantar.
Repouso: Dar ao pé tempo para descansar é essencial. Evitar atividades de alto impacto, como corrida ou saltos, pode ajudar a reduzir a tensão na fáscia plantar.
Fisioterapia: Um fisioterapeuta pode ajudar a desenvolver um programa de exercícios específicos para fortalecer os músculos do pé e alongar a fáscia plantar, o que pode ajudar a aliviar a dor.
Palmilhas Ortopédicas: Palmilhas personalizadas ou almofadas de calcanhar podem ser usadas para fornecer suporte extra e amortecimento ao pé, ajudando a aliviar a pressão sobre o esporão.
Gelo: Aplicar gelo na área dolorida pode ajudar a reduzir a inflamação. Certifique-se de não aplicar o gelo diretamente na pele; use uma toalha ou bolsa de gelo.
Alongamento e Fortalecimento: Exercícios de alongamento para a fáscia plantar e músculos da panturrilha, bem como exercícios de fortalecimento, podem ser recomendados para melhorar a flexibilidade e a estabilidade do pé.
Tape ou Órteses: Em alguns casos, a aplicação de fita esportiva no pé ou o uso de órteses temporárias podem ajudar a fornecer suporte adicional.
Injeções de Corticosteroides: Em situações de dor intensa e persistente, um médico pode recomendar injeções de corticosteroides na área afetada para reduzir a inflamação.
Cirurgia: A cirurgia é geralmente reservada para casos graves e resistentes ao tratamento, e envolve a remoção do esporão. Esta opção é rara e geralmente considerada quando outras medidas não foram eficazes.
31/01/2024
Nódulo doloroso provocado pelo espessamento dos tecidos ao redor dos nervos digitais dos pés, o neuroma de Morton pode ser tratado com adequação de calçados, fisioterapia e, em alguns casos, cirurgia
Os pés são anatomicamente estruturados para suportar todo o peso do corpo durante as atividades do dia. Quando, por algum motivo, ocorre sobrecarga excessiva ou mudanças na estrutura anatômica do pé, os nervos podem ser afetados, levando a doenças como o neuroma de Morton.
O que é um neuroma de Morton?
O neuroma de Morton, também chamado de neuroma interdigital, é uma alteração que ocorre nos nervos entre os dedos do pé, na maior parte das vezes entre o 3º e o 4º dedos. Quando ocorre sobrecarga excessiva sobre esses nervos, ocorre espessamento do tecido local, o que leva à formação do neuroma, que pode ser muito doloroso.
É uma doença que atinge principalmente as mulheres, especialmente após os 40 anos. O neuroma de Morton é um nódulo benigno que não apresenta maiores riscos para a saúde, mas pode apresentar sintomas muito incômodos e dolorosos.
Imagem ilustrativa de um pé indicando o neuroma de Morton.
Quais são as causas do neuroma de Morton?
O neuroma de Morton pode surgir devido a fatores que causem sobrecarga na parte da frente do pé, na região da “almofada” do pé. Os principais fatores causadores do Neuroma de Morton são:
Anatômicos, ou seja, alterações na estrutura do pé da pessoa que causem desequilíbrios mecânicos;
Sobrecarga por atividades de impacto;
Uso de calçados inadequados.
O uso constante de calçados inadequados é um importante fator causador do neuroma de Morton, pois aumentam a sobrecarga na parte da frente do pé, especialmente sobre os dedos. Entre esses calçados, podemos citar:
Saltos-altos;
Sapatos de bico fino;
Calçados com solas finas e pouco flexíveis;
Sapatos muito apertados.
Além dos fatores citados, o excesso de peso é outro fator que pode causar sobrecarga intensa sobre o antepé, levando ao desenvolvimento da doença.
Sintomas e sinais do neuroma de Morton
O principal sintoma é a dor que costuma piorar com o caminhar, especialmente com o uso de calçados inadequados, quando a pessoa está descalça ou quando passa longos períodos do dia em pé. O local mais comum de acometimento do neuroma é na parte da frente do pé, entre o 3º e 4º dedos. A característica da dor pode variar, podendo ser uma dor localizada no local do neuroma ou difusa. A dor do neuroma de Morton, certas vezes, pode ser sentida como uma sensação de choque ou pontada nos dedos. Isso ocorre porque o neuroma acomete a inervação do pé, podendo causar irradiação da dor para os dedos.
Como é realizado o diagnóstico?
Muitas vezes, o diagnóstico pode ser feito através da história e exame físico. No consultório, o ortopedista deve fazer uma avaliação minuciosa da história clínica do paciente e do relato dos sintomas. No exame físico, o médico realiza a palpação na região do antepé, verificando se a localização é compatível com o diagnóstico de neuroma. Também pode ser feita uma compressão das laterais do pé, chamada de Teste de Mulder. Durante a manobra, provoca-se a compressão do neuroma entre os ossos do metatarso, o que causa uma dor súbita no local. De acordo com a resposta do paciente à manobra, o diagnóstico do neuroma de Morton se torna altamente provável.
O melhor exame de imagem para se confirmar a presença do Neuroma de Morton é a ressonância magnética, capaz de visualizar a presença da lesão, além de avaliar o tamanho e localização exatos.
Fatores que podem piorar o neuroma de Morton
Os fatores causadores do neuroma de Morton também influenciam na piora dos sintomas e da lesão do nervo afetado, quando a doença já está estabelecida.
Calçados com salto alto
O uso de salto alto coloca o pé em constante posição de sobrecarga sobre o antepé, onde estão localizados os nervos digitais. Essa postura, além de facilitar o desenvolvimento do neuroma de Morton, pode levar à piora do quadro quando o problema já existe. Além disso, o uso constante de saltos altos pode causar diversos outros problemas estruturais nos pés.
Calçados apertados
O uso de calçados apertados por pessoas que têm neuroma de Morton pode agravar não apenas a lesão, mas piorar os sintomas dolorosos. Os calçados apertados promovem a compressão do neuroma entre os ossos dos metatarsos, levando a um agravamento da patologia.
Peso corporal
O excesso de peso corporal é um fator de piora nos quadros de neuroma de Morton, pois causa uma sobrecarga constante sobre os pés sempre que a pessoa está em pé.
Presença de outras doenças e deformidades
Determinadas deformidades dos pés ou alterações anatômicas podem aumentar a sobrecarga no antepé, levando ao desenvolvimento do neuroma de Morton. Dentre elas, destacam-se o hálux valgo (joanete), pé plano ou pé cavo grave, encurtamento da musculatura da panturrilha e alterações na estrutura óssea dos metatarsos.
Tratamento do neuroma de Morton
O tratamento, na maioria das vezes, pode ser realizado de maneira não-cirúrgica. Porém, em casos graves, com sintomas recorrentes, o tratamento cirúrgico pode ser indicado.
Tratamento não cirúrgico.
A maioria dos casos de neuroma de Morton pode ser tratado de forma conservadora. O primeiro passo é o ajuste de calçados, abandonando o salto alto e trocando os sapatos apertados por calçados mais amplos, com solado mais firme e grosso. Em alguns casos, palmilhas específicas confeccionadas sob medida também podem ser úteis para o alívio dos sintomas.
Exercícios de fisioterapia também podem contribuir no tratamento, especialmente em pessoas com encurtamentos musculares. As sessões trabalham o alongamento da cadeia posterior do corpo, o fortalecimento da musculatura do pé, a melhora da auto-percepção de equilíbrio e em alguns casos a adequação do padrão da marcha.
Medicações analgésicas ou anti-inflamatórias também podem ser utilizadas para alívio dos sintomas, mas não são capazes de causar regressão do tamanho do neuroma.
Outra solução é a infiltração de corticoide no neuroma guiada por ultrassonografia. Esse método pode ser eficaz em casos selecionados, porém oferece alguns riscos potencialmente graves, em especial o de atrofia do coxim gorduroso plantar. Além disso, estudos científicos demonstram que quase metade das pessoas que realizam injeção de corticoide acabam necessitando de tratamento cirúrgico no médio-prazo para ressecção definitiva do neuroma.
Cirurgia no neuroma de Morton
A cirurgia é indicada quando o tratamento conservador não apresenta resultados satisfatórios. No procedimento, é feita a remoção do tecido do neuroma que recobre o nervo digital. A cirurgia é relativamente simples e o pós-operatório, em geral, não é doloroso, podendo o paciente receber alta no mesmo dia. Umas das possíveis complicações da cirurgia é a diminuição de sensibilidade dos dedos afetados pelo neuroma.
30/05/2022
Fascite plantar.
Fascite plantar é um processo inflamatório ou degenerativo que afeta a fáscia plantar (também chamada de aponeurose plantar), uma membrana de tecido conjuntivo fibroso e pouco elástico, que recobre a musculatura da sola do pé, desde o osso calcâneo, que garante o formato do calcanhar, até a base dos dedos dos pés.
É importante não confundir a fascite plantar com o esporão do calcâneo. São duas patologias diferentes, embora possam ser desencadeadas por lesões muito semelhantes: microtraumatismos e inflamação crônica na região do calcanhar, nas proximidades da inserção do tendão de Aquiles. No caso específico do esporão, surgem depósitos de cálcio abaixo ou atrás desse osso. Eles formam saliências parecidas com ganchos que lembram as esporas dos pés dos galos. Esporões do calcâneo podem provocar uma dor aguda, em pontada, que piora com o movimento e melhora com o repouso.
Geralmente, a fascite plantar é um transtorno de bom prognóstico, mas a recuperação costuma ser bastante lenta.
Causas da fascite plantar
A fáscia plantar ajuda a manter a curvatura do pé firme, graças à sua capacidade de amortecer e distribuir o impacto. Ainda não se conhece a causa exata da fascite plantar, mas na maioria dos casos, a dor forte característica do transtorno é provocada pelo estiramento excessivo da fáscia plantar ou pela repetição de microtraumatismos nessa estrutura.
Segundo o Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), estudos recentes têm demonstrado que a dor pode estar associada “a uma alteração estrutural mais condizente com processos degenerativos” causados pela prática exagerada de exercícios físicos, sobrepeso ou idade.
Sintomas da fascite plantar
O sintoma característico da fascite plantar é uma dor forte, em facada, debaixo do pé, perto do calcanhar. Em geral, essa dor é mais intensa pela manhã, mas alivia durante o dia com o caminhar. No entanto, nada impede que ela surja em qualquer ponto da fáscia, depois de longos períodos em pé, depois de subir escadas ou mesmo depois de ter repousado um pouco.
Inchaço (edema) e vermelhidão (eritema) são outros sinais que podem estar presentes. Portadores dessa condição podem apresentar também dificuldade para trazer a ponta do pé na direção da canela (movimento chamado de dorsiflexão).
Sem tratamento, a dor pode se tornar crônica e provocar alterações na marcha, que revertem em lesões no joelho, quadris e coluna.
28/10/2019
As famosas Rachaduras.
Meus pés tem rachaduras, devo lixar❓
👉🏻Há vários fatores que causam rachaduras, e alguns destes fatores podem desencadear a formação de rachaduras como:
Alterações hormonais, obesidade, diabete, agressões químicas, psoríase, dentre outras.
👉🏻Queratinócitos (células epiteliais)
E não podemos esquecer de um objeto muito antigo e conhecido a LIXA!
Muitas pessoas acham que devem lixar bem os pés para amenizar a rachadura, pois, saibam que não é o correto.
Ao lixar os pés muitas vezes, aumentamos a produção de queratose, pois, o nosso organismo entende que a pele esta sofrendo uma constante agressão e com isso inicia-se o processo de defesa.
A pele ao reagir as agressões externas, forma uma camada de queratose, esta camada pode ser espessa ou fina.
As rachaduras também podem sangrar e às vezes atingir nervos presentes na região da derme causando incomodo e dor.
👉🏻No caso de rachaduras profundas com sangramento, ha também a possibilidade da contaminação do local por bactérias. E isto pode contribuir para o aparecimento de doenças comuns nos pés e pernas como o a erisipela.
Por isso, antes de lixar os pés lembre-se que isto pode causar muito incomodo.
☝🏻Prevenção:
☝🏻Hidrate os pés diariamente;
☝🏻Ao caminhar, use sempre tênis;
☝🏻Evite lixar os pés.
Se já se tem rachaduras, use cremes umectantes a base de vaselina, ureia ou lanolina. E em casos mais graves é recomendável procurar um especialista dermatologista.
26/10/2019
Sono faz falta! Mas quantas horas eu tenho que dormir? Esse número é muito variável, mas se você é adulto e dorme menos de 6 horas (ou mais de 10) por dia, provavelmente é um problema. .
O pior: muitas vezes essa insuficiência é culpa nossa, que ficamos enrolando para ir dormir. Ou criamos hábitos de sono ruins, que dificultam o descanso.
Além de sonolência, falta de atenção e mau humor, o sono insuficiente está ligado a problemas graves como infarto, depressão, obesidade e até demências.
Pense assim: falta de sono é o novo sedentarismo!
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