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03/03/2026

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Orçamento não discute mais prioridades, mas sobrevivência. E isso tem um responsável: Lula quebrou o país ao empilhar gastos, rigidez e promessas sem lastro, enquanto a dívida cresce e os juros engolem o caixa antes de virar serviço público.

A virada simbólica veio agora: a conta de juros da dívida bateu R$ 1 trilhão em 12 meses e ficou em 7,9% do PIB, com alerta de que pode se aproximar de 10% do PIB se a dinâmica continuar. É dinheiro que não vira hospital, escola, segurança ou infraestrutura. Vira custo financeiro para manter a dívida de pé.

Os números de 2025 confirmam a armadilha. O setor público consolidado teve déficit primário de R$ 55 bilhões (0,43% do PIB). Somando os juros, o resultado nominal virou um rombo de R$ 1,1 trilhão (8,34% do PIB). E a dívida bruta terminou 2025 em 78,7% do PIB, perto de R$ 10 trilhões, com projeções oficiais apontando alta contínua, chegando a 83,6% do PIB em 2026 e 88,6% em 2032. 

É aqui que 2027 deixa de ser debate e vira colapso anunciado. As projeções do PLDO 2026 mostram que o próximo governo já pode começar o mandato com um Orçamento que não comporta todo o pacote de despesas que, na prática, não dá para simplesmente “não pagar”. Entram aí os pisos de Saúde e Educação, emendas e outras obrigações que acabam tendo prioridade na execução.

Na planilha, isso aparece como um desencaixe direto: seriam necessários R$ 133,1 bilhões para acomodar essas rubricas, mas o espaço previsto é de apenas R$ 122,2 bilhões. Ou seja, o próximo governo já começaria 2027 com um buraco de R$ 10,9 bilhões antes mesmo de pensar em ampliar serviços, investir ou lidar com emergências. E a tendência é piorar rápido: as estimativas apontam desencaixe de R$ 87,3 bilhões em 2028 e R$ 154,3 bilhões em 2029, sinal de um Orçamento cada vez mais travado e insuficiente para sustentar o básico.

Em resumo, Lula deixou uma bomba armada: um país em que o dinheiro “some” antes de chegar no básico. Se nada mudar, o próximo governo, seja Lula ou qualquer outro, vai assumir sob risco real de colapso fiscal, tendo que escolher entre cortar serviços, aumentar impostos ou empurrar a crise com mais dívida. 04/02/2026

Orçamento não discute mais prioridades, mas sobrevivência. E isso tem um responsável: Lula quebrou o país ao empilhar gastos, rigidez e promessas sem lastro, enquanto a dívida cresce e os juros engolem o caixa antes de virar serviço público. A virada simbólica veio agora: a conta de juros da dívida bateu R$ 1 trilhão em 12 meses e ficou em 7,9% do PIB, com alerta de que pode se aproximar de 10% do PIB se a dinâmica continuar. É dinheiro que não vira hospital, escola, segurança ou infraestrutura. Vira custo financeiro para manter a dívida de pé. Os números de 2025 confirmam a armadilha. O setor público consolidado teve déficit primário de R$ 55 bilhões (0,43% do PIB). Somando os juros, o resultado nominal virou um rombo de R$ 1,1 trilhão (8,34% do PIB). E a dívida bruta terminou 2025 em 78,7% do PIB, perto de R$ 10 trilhões, com projeções oficiais apontando alta contínua, chegando a 83,6% do PIB em 2026 e 88,6% em 2032. É aqui que 2027 deixa de ser debate e vira colapso anunciado. As projeções do PLDO 2026 mostram que o próximo governo já pode começar o mandato com um Orçamento que não comporta todo o pacote de despesas que, na prática, não dá para simplesmente “não pagar”. Entram aí os pisos de Saúde e Educação, emendas e outras obrigações que acabam tendo prioridade na execução. Na planilha, isso aparece como um desencaixe direto: seriam necessários R$ 133,1 bilhões para acomodar essas rubricas, mas o espaço previsto é de apenas R$ 122,2 bilhões. Ou seja, o próximo governo já começaria 2027 com um buraco de R$ 10,9 bilhões antes mesmo de pensar em ampliar serviços, investir ou lidar com emergências. E a tendência é piorar rápido: as estimativas apontam desencaixe de R$ 87,3 bilhões em 2028 e R$ 154,3 bilhões em 2029, sinal de um Orçamento cada vez mais travado e insuficiente para sustentar o básico. Em resumo, Lula deixou uma bomba armada: um país em que o dinheiro “some” antes de chegar no básico. Se nada mudar, o próximo governo, seja Lula ou qualquer outro, vai assumir sob risco real de colapso fiscal, tendo que escolher entre cortar serviços, aumentar impostos ou empurrar a crise com mais dívida.

04/02/2026

25/02/2025

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