E-Psi
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🌿 E-Psi – Cuidando de você de dentro para fora
Nossa missão é oferecer um espaço acolhedor e seguro para que você possa se compreender melhor, fortalecer-se emocionalmente e encontrar caminhos para uma vida mais plena.
A psicanálise nos ensina que nossos comportamentos mais “altruístas” às vezes escondem as nossas maiores faltas.
Aquela pessoa que está sempre disponível, que resolve os problemas de todo mundo e que parece não precisar de nada, geralmente é a que mais carrega um vazio no peito.Cuidar do outro, muitas vezes, é uma tentativa inconsciente de receber de volta aquele cuidado que nos faltou no passado.É a fantasia de que, se eu for bom o suficiente para o mundo, alguém finalmente vai olhar para a minha dor e me acolher também. Mas o preço de ser o “porto seguro” de todo mundo é o esgotamento silencioso. Se você se reconheceu nesse padrão, lembre-se: você não precisa ser forte o tempo todo para merecer amor.
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Crescer sem o cuidado necessário nos força a desenvolver uma casca grossa. A gente aprende a resolver tudo, a não chorar, a não dar trabalho. Mas a verdade é que a hiper-independência não é um traço de personalidade... muitas vezes, é um sintoma de trauma por negligência ou desamparo na infância.
Se você passou a vida inteira cuidando de tudo e de todos, quem é que cuida de você?
Se permitir receber cuidado e aprender a dividir o peso do mundo é um processo doloroso, mas profundamente libertador. Você não precisa dar conta de tudo sozinho(a).
-Line **ação
Sabe quando você conversa com alguém e sai da conversa sentindo um peso enorme, como se tivesse absorvido toda a ‘energia negativa’ da pessoa?
Muita gente acha que só existem duas saídas: aceitar esse peso e sofrer junto, ou tentar ignorar e fingir que nada aconteceu. Mas a psicanálise nos mostra um caminho diferente.
Ignorar não funciona, porque o que a gente finge que não vê, o inconsciente guarda. E aceitar de braços abertos só te deixa sobrecarregado.
O segredo está em dar nome ao que você está sentindo. Pergunte-se: ‘Isso que estou sentindo agora é meu, ou eu estou carregando a angústia do outro?’
Quando você diferencia o que é seu do que é do outro, você consegue ser empático sem se anular. Você acolhe quem precisa, mas devolve o peso que não te pertence.
O peso de estar “sempre bem”. ⚓️
Para muitos homens, admitir o sofrimento é como admitir uma falha no sistema. A sociedade cobra o papel do provedor inabalável, e a psicanálise nos mostra como esse “ideal” pode ser sufocante.
O silêncio masculino não é falta de sentimento, é excesso de peso. Quando o homem diz que “está tudo bem” por medo de parecer frágil, ele acaba se isolando em sua própria dor.
Ocupar o lugar de sujeito, e não apenas de objeto da expectativa dos outros, exige coragem. Falar cura.
💬 Como você lida com a pressão de estar sempre bem? Vamos conversar nos comentários.
BemEstar SaoPaulo
O amor como uma escolha diária é um dos temas mais fascinantes na intersecção entre o afeto e a vontade. Na psicanálise, essa ideia ganha camadas profundas, pois desloca o amor do campo do “mágico” ou do “destino” para o campo do desejo e da alteridade.
Para a psicanálise, o amor não é apenas um sentimento arrebatador de início (paixão), mas a construção de um laço que sobrevive à queda das idealizações. Escolher amar diariamente signif**a aceitar que o outro não é perfeito e que ele não veio ao mundo para preencher todas as nossas faltas. Créditos :
O que as janelas não contam
O Dia das Mães costuma chegar envolto em uma aura de idealização que, muitas vezes, silencia as complexidades do real. Como psicanalista, olho para esta imagem e vejo não apenas janelas, mas a topografia do psiquismo em uma data que convoca o nosso primeiro vínculo com o Outro.
A mãe é a nossa primeira morada, mas essa relação é, por natureza, marcada pela ambivalência: entre o amor e a falta, entre a presença que acolhe e a ausência que nos constitui. Cada janela aqui ilustrada é um testemunho de uma vivência singular:
• O Trabalho do Luto: Para quem lida com a perda — seja de um filho ou da própria mãe — o calendário impõe um esforço psíquico de reinvestir a vida onde a falta se faz presente.
• O Real da Maternidade: O pós-parto difícil e a perda gestacional nos lembram que a maternidade não é um instinto romântico, mas um processo atravessado por dores e desamparos que o social raramente valida.
• A Distância e o Silêncio: Janelas que falam de mães solo, filhos distantes ou rompimentos nos recordam que os laços humanos são construídos — e às vezes rompidos — na busca pela própria individuação.
• O Esquecimento: Quando o Alzheimer apaga o reconhecimento, enfrentamos a perda da função especular; é o luto de ser olhado por quem nos deu o primeiro nome.
Neste dia, meu convite é para que possamos acolher a mãe suficientemente boa: aquela que, sendo humana e falha, permite que o filho também o seja. Que possamos respeitar o silêncio de cada janela e as narrativas que, embora não caibam em cartões festivos, compõem a verdade de quem somos.
O Dia das Mães não precisa ser leve para ser verdadeiro.
10/05/2026
O que as janelas não contam
O Dia das Mães costuma chegar envolto em uma aura de idealização que, muitas vezes, silencia as complexidades do real. Como psicanalista, olho para esta imagem e vejo não apenas janelas, mas a topografia do psiquismo em uma data que convoca o nosso primeiro vínculo com o Outro.
A mãe é a nossa primeira morada, mas essa relação é, por natureza, marcada pela ambivalência: entre o amor e a falta, entre a presença que acolhe e a ausência que nos constitui. Cada janela aqui ilustrada é um testemunho de uma vivência singular:
• O Trabalho do Luto: Para quem lida com a perda — seja de um filho ou da própria mãe — o calendário impõe um esforço psíquico de reinvestir a vida onde a falta se faz presente.
• O Real da Maternidade: O pós-parto difícil e a perda gestacional nos lembram que a maternidade não é um instinto romântico, mas um processo atravessado por dores e desamparos que o social raramente valida.
• A Distância e o Silêncio: Janelas que falam de mães solo, filhos distantes ou rompimentos nos recordam que os laços humanos são construídos — e às vezes rompidos — na busca pela própria individuação.
• O Esquecimento: Quando o Alzheimer apaga o reconhecimento, enfrentamos a perda da função especular; é o luto de ser olhado por quem nos deu o primeiro nome.
Neste dia, meu convite é para que possamos acolher a mãe suficientemente boa: aquela que, sendo humana e falha, permite que o filho também o seja. Que possamos respeitar o silêncio de cada janela e as narrativas que, embora não caibam em cartões festivos, compõem a verdade de quem somos. Créditos da foto :
O Dia das Mães não precisa ser leve para ser verdadeiro.
Essa frase é uma das ideias mais famosas de Sigmund Freud, o “pai” da psicanálise. Ele dizia que o nosso ego (a parte de nós que acha que manda em tudo) não é o dono absoluto da nossa mente.
Imagine que sua mente é uma casa. Você mora nela e acha que conhece cada cômodo, cada gaveta e que decide quem entra ou sai. Mas, de repente, você se pega sentindo uma raiva que não entende, uma timidez que te trava do nada ou esquece o nome de alguém que você conhece bem.
É como se houvesse um porão trancado nessa casa, onde moram desejos, medos e memórias que você nem sabe que existem. Às vezes, o que está no porão “fala” mais alto do que você, e você acaba fazendo coisas que não planejou. Ou seja: você mora na casa, mas não tem a chave de todas as portas. Você não é o “senhor” total do que acontece aí dentro.
O que chamamos de “dedo podre” ou “má sorte” a psicanálise chama de fidelidade ao inconsciente.
Nós aprendemos a amar e a ser amados através do olhar dos nossos primeiros cuidadores. Se esse olhar foi negligente, crítico ou instável, o nosso “termômetro” do que é normal f**a descalibrado. Repetimos o padrão negativo não porque gostamos de sofrer, mas porque o sofrimento conhecido parece menos assustador do que o vazio do desconhecido.
Quebrar o ciclo exige coragem para olhar para trás e entender: o que não é transformado em luto, vira destino.
03/05/2026
Olá! Tudo bem?
Sou Denise Fernandes, psicanalista com formação em Teologia e atuação em saúde mental. Atendo mulheres que enfrentam ansiedade, conflitos emocionais, relacionamentos difíceis e sobrecarga no dia a dia.
Se você sente que algo não está bem, a terapia pode te ajudar a entender suas emoções e encontrar caminhos mais saudáveis.
Se quiser saber como funciona, estou à disposição 💛
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