Camila.gomes.psi
Terapia Cognitivo Comportamental �
Orientação Parental �
Crp: 05/31459 Adeli : 929339125
Marq
15/06/2026
Quanto de mim eu mostro aqui? Essa pergunta aparece cedo ou tarde para quem mora fora.
Às vezes a gente se contrai — explica menos, adapta o tempero, guarda partes de si para quando está sozinho. Não por vergonha, mas porque aparecer inteiro tem um custo.
Mas a cultura aparece de qualquer jeito. Na forma como você ocupa o espaço, no jeito como você acolhe, nos gestos pequenos do dia a dia.
Neste carrossel, explorei esse movimento — entre se contrair e se apresentar — e como a flexibilidade psicológica pode ajudar a navegar isso sem perder o fio de quem você é.
Este post faz parte do projeto .
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19/05/2026
Quando foi a última vez que você parou de verdade — sem já estar pensando no próximo passo?
A gente vive num ritmo em que até o “estar bem” vira tarefa. E enquanto a agenda está cheia, certas perguntas não precisam ser feitas.
Mas às vezes o que mais precisa de atenção não está na lista — está esperando silêncio para aparecer.
O que o seu corpo tem carregado que a sua rotina não registra?
15/05/2026
Hoje é dia do post do projeto e o tema é como se reencontrar Quando o sonho de imigrar não era seu? 🤓
Quando a imigração acontece em função de outra pessoa, seja do parceiro ou da família, leva tempo até nos darmos conta de que também temos nossas necessidades e desejos.
Podemos já ter aprendido o idioma, ter uma rotina, mercado preferido, conta pra pagar, toda uma vida acontecendo.
Mas às vezes aparece uma sensação estranha de desencontro.
Como se você tivesse se adaptado a tudo — menos a si mesma.
E não necessariamente isso vem com tristeza. Pode ser só uma sensação de apatia ou uma dificuldade de desejar.
Porque uma coisa é construir uma vida com alguém.
Outra é, sem perceber, parar de se perguntar o que também faria sentido pra você.
Acho que o reencontro começa aí.
Não necessariamente indo embora, nem mudando tudo.
Você pode amar quem está com você e, ainda assim, ter direito a uma vida que também seja sua.
E isso pode começar pouco a pouco.
Voltando para algo que era importante antes da mudança.
Retomando uma amizade.
Frequentando um espaço que tenha mais a ver com você.
Se permitindo desejar alguma coisa de novo.
Pequenas ações que vão te aproximando de uma vida com mais escolha e consciência.
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Esperar se sentir totalmente seguro pode fazer você ir adiando o que importa. Toda escolha vai envolver um desconforto — a questão é: qual deles te aproxima da história que você quer viver?
Você também se pega com a sensação de não estar sendo suficiente? Ao invés de seguir no automático rentando dar conta de tudo para parar de sentir, vale a pena olhar com curiosidade para esse sentimento: o que isso revela sobre o que é valioso pra você?
15/04/2026
Hoje é dia de post do projeto e o tema é como tomar a decisão de viver em outro país?
Eu adoraria trazer um checklist com os pontos a serem considerados e que, uma vez tendo preenchidas todas as caixas, você conseguisse se sentir totalmente segura para tomar essa decisão. 🤓
Mas qual decisão conseguimos tomar assim? E muitas vezes, na busca pela certeza, nos paralisamos. 🥴
Nós somos capazes de fazer uma lista extensa de prós e contras além de planejar os aspectos essenciais da mudança, mas não podemos esquecer de olhar para dentro… De onde vem esse desejo? Ele te aproxima do que importa ou te afasta do que incomoda?
Se você estiver nesse momento, vale a pena olhar para você mesmo. Para além do que vê nas redes sociais. E se você está paralisada em suas escolhas, entra em contato comigo!
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Você também já se sentiu assim?
Às vezes a saudade vem junto com a comparação: “não tenho ninguém assim aqui”. E talvez não seja sobre encontrar alguém igual… mas sobre reconhecer o que essas relações representavam — e se permitir, aos poucos, construir vínculos que façam sentido na vida que você tem hoje.
15/03/2026
Hoje é dia de post do projeto sobre as diferenças na criação dos filhos morando fora.
Exercer a parentalidade já é um desafio que nos coloca em contato com nossa própria história e referências de apego.
Quando essa experiência acontece fora do Brasil, muitas vezes surge uma camada extra de complexidade: nossas referências antigas nem sempre se aplicam, nossa identidade como adultos passa por mudanças e podemos nos perguntar o que realmente queremos transmitir aos filhos.
Nesse contexto, construir um ambiente seguro dentro de casa — baseado em vínculo, atenção e valores que consideramos importantes — pode se tornar a âncora que guia pequenas escolhas do dia a dia.
É nesse espaço de consistência e cuidado que as crianças encontram pertencimento, liberdade para crescer e referência de amor, mesmo vivendo entre culturas diferentes.
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Você também se pega se sentindo mal por achar que está atrasado em relação às outras pessoas?
Usar a régua da vida de outras pessoas para medir como levamos a nossa vida é, no mínimo, injusto.
Além de cada um sair de um ponto e das trajetórias não serem lineares, aquilo que é mais importante para cada um é diferente.
Você também já se pegou pensando assim?
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