Fisioterapeuta Ricardo Fonseca
Atendimento fisioterapêutico, à domicilio ou na Clinica Dr. Avelar, nas áreas de Traumato-Ortoped Valores a combinar.
Atendimento Fisioterapêutico, à domicilio e na Clinica Dr. Avelar, nas áreas de Traumato-Ortopedia, Desportiva, Neurológica, Geriátrica e Cardio-Respiratória. Marcações de consultas pelo e-mail: [email protected] ou pelos telefones: 218438630/925780050.
26/05/2017
A tendinopatia patelar (TP) acomete atletas envolvidos com alta demanda de saltos. Tipicamente o protocolo excêntrico tem sido aplicado nos casos de TP com o objetivo de remodelação tecidual no tendão (Woodley et al, 2007, BJSM). Mas CUIDADO, ele se aplica somente nos casos de presença de anormalidades morfológicas visualizadas em exames de imagem (US, RM) ou tendinose!
Em alguns casos, um atleta pode ter dor no tendão, mas não apresentar acometimento no corpo do tendão (Malliaras et al, 2006, BJSM)! 🎯Como o fisioterapeuta pode diferenciar atletas que são sintomáticos que tem ou não essas alterações morfológicas no corpo do tendão?
Um estudo foi desenvolvido para responder essa pergunta. Mendonça et al (2016, JOSPT) Investigou a acurácia (capacidade de precisão de diagnóstico) do questionário VISA-P, do agachamento unipodal no plano inclinado e da história de dor no tendão patelar nos últimos 6 meses. Esses critérios são tipicamente utilizados para identificação clinica de indivíduos com TP e poderiam ser utilizados como ferramenta para auxiliar na identificação de indivíduos com resultados positivos/negativos para anormalidades morfológicas no ultra-som. 🎯Os resultados revelaram que a maior acurácia foi atingida com o uso combinado dos 3 te**es e não cada um isoladamente. Quando o atleta não possui história de dor, pontua no VISA-P acima de 88 e não sente dor no tendão patelar durante o agachamento unipodal no plano inclinado, reduz em 25% a probabilidade de não ter alterações morfológicas no tendão patelar. Neste caso, se o seu atleta tem dor no tendão patelar, provavelmente se trata de paratendinite (inflamação do envoltório do tendão, sem acometimento do corpo do tendão) e o protocolo excêntrico não seria indicado! Use medidas antiinflamatórias e investigue as causas de sobrecarga no paratendão! Observe a resposta clinica do seu atleta com essas intervenções. Nos casos de evolução limitada, solicite um exame de ultra-som para confirmação! Texto escrito pela presidente da Sonafe e professora da UFVJM Luciana De Michelis Mendonça.
19/05/2017
A fisioterapia esportiva pode ajudar corredores - como você - na prevenção de lesões e recuperação de suas habilidades, com orientações em relação à postura, pisada e recrutamento muscular. Nada como ter um profissional por perto que pode contribuir para os objetivos e para sua saúde, não é?! Trabalhamos de forma dinâmica e com diversos recursos para proporcionar a melhor prática de atividade física possível. Procure um fisioterapeuta esportivo Sonafe.
11/05/2017
DEFINA PROPRIOCEPÇÃO: senso de posição do segmento corporal e percepção de movimento
Os exercícios com base instáveis são ERRONEAMENTE chamados de "exercícios de propriocepção".
😱Na verdade, nesses exercícios são trabalhos o controle neuromuscular do MMII e também o controle do centro de massa. (Filipa et al.,2010. JOSPT). Fatores fundamentais para redução de lesão!! OU SEJA, o foco é melhorar a ESTABILIDADE articular, que depende da Rigidez, e da interação complexa entre os sistemas sensoriais, SNC e Sist. Musculo-esquelético (Chimielewski and Hewett , 2011)
MAS então o que é ESTABILIDADE ARTICULAR DINÂMICA? É a habilidade do segmento corporal retornar a posição/condição original após uma perturbação mecânica ter sido imposta (Wagner, 199. J Theor Biol)
Além disso, alguns estudos demonstraram que a Propriocepção NÃO MELHOROU após exercícios com base instável (Holm et al., 2004. Clin J Sport Med) e o reflexo ligamento-muscular ativa com 86 ms, sendo que uma lesão ligamentar pode ocorre em 34 ms. Ou seja, o reflexo é atrasado em relação ao tempo da lesão... 🎯🎯🎯🎯DESSA FORMA, os exercícios de estabilização articular para MMII (base instável) permite que o cliente EXPLORE as propriedade do SME, como força, co-contração, rigidez e informações ambientais para que a melhor estratégia de estabilização seja desenvolvida (Fonseca et al., 2007).
Texto escrito por Natalia Bittencourt
05/05/2017
Degeneração na Articulação Patelofemural em Pacientes com Dor no Joelho As artroses de joelho são uma de nossas maiores demandas na clínica e comumente afetam a articulação patelofemural (APF). &nbs...
04/05/2017
O Treino Funcional (TF) planejado por Fisioterapeutas deve iniciar com uma avaliação sistematizada para estabelecer os objetivos de acordo com as disfunções encontradas nos clientes. O TF pode ser aplicado durante o processo de reabilitação ou prevenção.
Atenção: Não existe exercício funcional verdadeiro. O que existe é movimento esportivo ou AVD que queremos aprimorar através do treino funcional, que será a forma como os sistemas operam e produzem movimento coordenado (Mel Stiff, JSCR. 2002).
Dessa forma, não basta colocar exercícios de base instável e chamar de funcional, pois a função pode melhorar também com trabalhos de hipertrofia dos MMII. Este, também está associado a melhora nos parâmetros da marcha e equilíbrio (Fiatarone, JAMA). Fique atento ao realizar exercícios no bozu ou boia (base instável), pois pode ocorrer redução na EMG de 40% e redução de 70% da força MMII (Wahl et al, 2008. JSCR). Base instável pode ser indicada para trabalhar estabilidade articular, através do controle neuromuscular (habilidade de recrutar apropriadamente os músculos necessários para determinada atividade).
Conclusão: Avalie seu cliente e elabore a rotina de exercícios compatível com objetivos, necessidades e habilidades individuais. Cuidado com modismos. Pense antes de fazer.
26/04/2017
A tensão produzida por um músculo não é transmitida apenas para o tendão, mas também pelo tecido conectivo (fascia, perimisio, etc) (Huijing, 2009). Essa transmissão através dos tecidos conectivos é chamada de TRANSMISSÃO DE FORÇA MIOFASCIAL (TFM).
Carvalhais et al (Journal of Biomechanics, 2013) demonstraram que a contração do Grande Dorsal (30% CVM) foi suficiente para mudar a posição do quadril oposto na direção de rotação externa e aumentou a rigidez passiva total desta articulação. Isso significa que a TFM foi suportada pela propagação de tensão entre o músculo (GD) e o tecido conectivo (fáscia toraco-lombar) até o glúteo máximo (GM) oposto. Esses achados reforçam a relação entre o GD e GM encontrada em cadáveres (Vleeming et al, 1995). Vale ressaltar que foram encontradas células contráteis nas fascia (Staubesand, 1996), podendo tb contribuir para a TFM.
Associado a esses achados algumas evidencias demonstram que o tronco estável (boa estabilidade do CORE) auxilia na performance como, por exemplo, melhora o salto em jogadores de basquete (MgGill et al., JSCR 2012). Já atletas de futebol que fizeram exercícios de core melhoraram 7% a altura no salto vertical e 40% a força dos extensores de quadril (Hoshikawa et a., 2013. JSCR) - prancha frontal, inversa, lateral, agac. unipodal, 4 x/sem
Conclusão: essas evidências mudam a forma como trabalhamos na prevenção, reabilitação e treinamento dos atletas. Pense nisso!
02/04/2017
COMO PRESCREVER EXERCÍCIOS PARA PESSOAS COM DOR CRÔNICA?
A prescrição de exercícios para pessoas que sofrem com dor crônica sempre é um desafio para os clínicos. Nesse estudo publicado esta semana e que conta com a participação do prof. Lorimer Moseley, os autores apresentam a necessidade da avaliação no modelo biopsicossocial para identificação de de objetivos, crenças e medos relacionados ao exercício. Em seguida, os autores discutem a escolha do tipo de exercício e a determinação das suas variáveis como intensidade, frequência e duração. Uma ótima referencia para orientar os clínicos na prescrição de exercícios para pessoas com dor crônica musculoesquelética.
O artigo está disponível no link do Dropbox.
https://www.dropbox.com/s/sq2e21pojt2mlcg/Exercise%20and%20BPS_Lorimer_2017.pdf?dl=0
23/03/2017
Lesões influenciam de forma significativa no desempenho de equipes esportivas.
Um estudo prospectivo acompanhou por 11 anos equipes de futebol europeu de alto rendimento e demonstrou que baixo número de lesões e dias de afastamento foram estatisticamente associado com melhores escores das equipes no campeonato principal; p
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